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  • Marinha, NUCLEP e ICN discutem programa do submarino brasileiro

    Itaguaí, 06 de Março - O grande norteador da reunião entre a Marinha, a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP e a Itaguaí Construções Navais (ICN), no parque industrial da NUCLEP, em Itaguaí, na última semana, foi o desafio de fazer os novos submarinos brasileiros. Com tecnologia francesa, transformará o país em um produtor desse tipo de embarcação, garantindo uma maior autonomia da defesa. A reunião entre o contra-almirante Sydney dos Santos Neves, gerente do empreendimento Modular para a Obtenção dos Submarinos Convencionais, o presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso, o diretor presidente da ICN, Pascal Guy Joseph Le Roy, e os diretores industriais da NUCLEP, Liberal Zanelatto, e da ICN, Antonio Costa, entre outros, focou em questões técnicas. As empresas, que são parceiras no empreendimento, estão empreendendo ações visando agilizar o processo de fabricação, de modo a garantir os prazos definidos ainda durante os primeiros entendimentos. - Essas conversas são importantes pela complexidade que é construir uma embarcação como essa, absorvendo novas tecnologias. Através dessa parceria estamos dotando o país de novos equipamentos de qualidade e permitindo que o Brasil entre no seleto grupo de construtores de submarinos com propulsão nuclear, hoje restrito aos países integrantes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas – frisou Cardoso. O grupo também visitou o parque industrial, acompanhando cada setor de produção do submarino, desde a área de corte das chapas até a montagem das cavernas e a produção das seções. O contra-almirante ficou satisfeito com a qualidade dos trabalhos, reiterando a importância de ser mantido o fluxo de produção para que possamos atingir as metas do cronograma estabelecido de fabricação dos submarinos. DCNS– O diretor geral da Direção de Construções Navais da França (DCNS), Bernard Planchais, também visitou a NUCLEP, acompanhado do contra-almirante e do presidente e diretor da ICN. A proposta era acompanhar o andamento da fabricação dos cascos resistentes do S-BR. O diretor industrial Liberal Zanelatto, representando o presidente Jaime Cardoso, apresentou todas as estações de trabalho da fabricação a cargo da NUCLEP. Planchais pode acompanhar desde a produção das almas, flanges, cavernas e chapas de casco até a operação da complexa máquina de solda caverna x casco, onde estava em curso a primeira solda deste tipo para o SBR-1. - Estou muito satisfeito com a minha visita à NUCLEP e pude testemunhar que vocês estão totalmente comprometidos com o nosso projeto, trabalhando como uma equipe – afirmou Planchais ao concluir a visita.

  • Provas do concurso para Aprendizagem Industrial serão no domingo

    As provas objetivas do concurso para Aprendizagem Industrial na Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP serão no próximo domingo (16/02), com início às 9h. Elas serão aplicadas no Colégio Estadual Clodomiro Vasconcelos, na Rua Gorgênio de Freitas Marins, 102, no Centro de Itaguaí, e no Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro (ISERJ), na Rua Mariz e Barros, 273, Praça da Bandeira, Rio de Janeiro e é preferível que os alunos estejam nos locais com uma hora de antecedência ao fechamento dos portões. Serão quatro horas de prova, com 20 questões de Língua Portuguesa, 20 questões de Matemática e 10 de Ciências, cada uma com cinco opções de resposta, mas apenas uma correta. Os candidatos não devem levar, ou portar, equipamentos eletrônicos como celulares, tocadores de mp3 ou mp4, Ipod, notebook ou máquina fotográfica, entre outros relacionados no edital. No caso de estar com algum desses equipamentos, ele deverá ser entregue em local definido na entrada de cada escola. Os candidatos também não poderão levar os cadernos de questões, assim como não poderão anotar os gabaritos. O curso de Aprendizagem Industrial do Centro de Treinamento Técnico da NUCLEP é composto pelas áreas de Caldeiraria, Soldagem, Manutenção Mecânica, Desenho Técnico e Torneiro/Fresador. São 18 meses de curso, onde os alunos passarão por todas essas áreas, a fim de se identificar suas aptidões. Os aprendizes da NUCLEP recebem um salário mínimo estadual, alimentação (café da manhã e almoço), uniforme e equipamento de proteção individual (EPI), seguro de acidentes pessoais e transporte. O resultado final da prova objetiva será divulgado no dia 26 de fevereiro e a primeira convocação para avaliação médica e checagem de documentos será no dia 28 de fevereiro, quando o resultado será publicado no Diário Oficial da União. O índice do concurso é de 34,86 alunos por vaga.

  • Visita de auditores da CGU abre parceria para cursos na fábrica

    Uma grande parceria a caminho. Assim o diretor industrial da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP, Liberal Zanelatto, e o novo chefe regional da Controladoria Geral da União (CGU), no Rio de Janeiro, Fábio Valgas, definiram a visita que os auditores fizeram à fábrica. A proposta era mostrar a capacidade da empresa e suas especificidades na fabricação de grandes equipamentos que exigem alto índice de conteúdo nacional e qualidade de produção. Conhecida por sua excelência, a NUCLEP é considerada uma das maiores indústrias de base do país. Para atender a todas as necessidades estratégicas da Nação há uma preocupação em buscar as principais certificações internacionais, como os selos ASME, da Sociedade Americana de Engenheiros Mecânicos, essenciais para a fabricação, reparo e certificação de equipamentos nucleares e não nucleares, além da ISO 9001:2008, na área de qualidade. - Acho que essa visita abre perspectivas de grandes parcerias no futuro. Podemos discutir a possibilidade da CGU trazer para a NUCLEP alguns cursos, atendendo as necessidades dos funcionários. Essa é a nossa proposta, trabalhar junto para agilizar todos os processos de auditoria – frisou Valgas. Zanelatto fez coro com o auditor da NUCLEP, Celso Patrício, sobre a importância desse tipo de visita, já que os profissionais deixam de fazer os julgamentos com base em papéis e passam a compreender melhor a empresa. Ambos acreditam que essa deve ser a primeira de várias visitas, a fim de ir ampliando a sintonia já existente. - Essas visitas são importantes para construir caminhos que nos permitam uma visão mais ampla. Tenho certeza de que essa parceria que se desenha agora irá produzir bons frutos para ambos – disse Patrício.Participaram da visita, além de Valgas, Zanelatto e Patrício, o chefe-adjunto da CGU/Regional, Valmir Gomes Dias; a chefe de divisão, Ana Paula Mawad; os auditores Rogério Tavares e Marcos Neves; a auditora da NUCLEP, Rosilene Varella; e o gerente geral de produção da NUCLEP, André Potascheff.

  • Visita de auditores da CGU abre parceria para cursos na fábrica

    Uma grande parceria a caminho. Assim o diretor industrial da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP, Liberal Zanelatto, e o novo chefe regional da Controladoria Geral da União (CGU), no Rio de Janeiro, Fábio Valgas, definiram a visita que os auditores fizeram à fábrica. A proposta era mostrar a capacidade da empresa e suas especificidades na fabricação de grandes equipamentos que exigem alto índice de conteúdo nacional e qualidade de produção. Conhecida por sua excelência, a NUCLEP é considerada uma das maiores indústrias de base do país. Para atender a todas as necessidades estratégicas da Nação há uma preocupação em buscar as principais certificações internacionais, como os selos ASME, da Sociedade Americana de Engenheiros Mecânicos, essenciais para a fabricação, reparo e certificação de equipamentos nucleares e não nucleares, além da ISO 9001:2008, na área de qualidade. - Acho que essa visita abre perspectivas de grandes parcerias no futuro. Podemos discutir a possibilidade da CGU trazer para a NUCLEP alguns cursos, atendendo as necessidades dos funcionários. Essa é a nossa proposta, trabalhar junto para agilizar todos os processos de auditoria – frisou Valgas. Zanelatto fez coro com o auditor da NUCLEP, Celso Patrício, sobre a importância desse tipo de visita, já que os profissionais deixam de fazer os julgamentos com base em papéis e passam a compreender melhor a empresa. Ambos acreditam que essa deve ser a primeira de várias visitas, a fim de ir ampliando a sintonia já existente. - Essas visitas são importantes para construir caminhos que nos permitam uma visão mais ampla. Tenho certeza de que essa parceria que se desenha agora irá produzir bons frutos para ambos – disse Patrício.Participaram da visita, além de Valgas, Zanelatto e Patrício, o chefe-adjunto da CGU/Regional, Valmir Gomes Dias; a chefe de divisão, Ana Paula Mawad; os auditores Rogério Tavares e Marcos Neves; a auditora da NUCLEP, Rosilene Varella; e o gerente geral de produção da NUCLEP, André Potascheff.

  • NUCLEP abre concurso para Aprendizagem Industrial

    A Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP abriu concurso público para o curso de Aprendizagem Industrial no Centro de Treinamento Técnico. São 30 vagas nas áreas de Caldeiraria, Soldagem, Manutenção Mecânica, Desenhista Técnico e Torneiro/Fresador, sendo duas vagas reservadas a pessoas portadoras de deficiência. O pedido de isenção de taxa de inscrição, no valor de R$ 27,00, vai até quarta-feira (22/01) e as inscrições se encerram no dia 2 de Fevereiro. A jornada do curso de aprendizagem é de 40 horas semanais, sendo 18 meses de aulas teóricas e práticas e 18 meses de contrato especial de aprendizagem. Os aprovados recebem como benefício um salário mínimo estadual, alimentação, uniforme e equipamento de proteção individual (EPI), seguro de acidentes pessoais e transporte. As provas acontecem no dia 16 de Fevereiro e o início do curso está programado para o dia 7 de Maio. Para concorrer às vagas os candidatos precisam ter concluído o Ensino Fundamental e ter nascido entre 01/08/1991 a 01/12/1995, além de ter aptidão física, psicológica, coordenação motora, força muscular e conhecimento compatível para atuar na área metal mecânica. Os que se candidatarem às vagas para portadores de deficiência deverão encaminhar à empresa cópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e original ou cópia autenticada do laudo médico, emitido nos últimos 12 meses, contados até o último dia de inscrição, atestando a espécie e o nível ou grau da deficiência, com expressa correspondência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doenças, bem como a provável causa da deficiência, com assinatura e carimbo do médico responsável pelo laudo. As inscrições podem ser feitas pela página da Fundação Bio-Rio, no endereço http://concursos.biorio.org.br ou no posto de atendimento da Fundação, na Avenida Carlos Chagas Filho, 791, Ilha do Fundão, Cidade Universitária, Ilha do Governador. É imprescindível o número do CPF para a inscrição do candidato.

  • NUCLEP abre concurso para Aprendizagem Industrial

    A Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP abriu concurso público para o curso de Aprendizagem Industrial no Centro de Treinamento Técnico. São 30 vagas divididas entre as áreas de Caldeiraria, Soldagem, Manutenção Mecânica, Desenhista Técnico e Torneiro/Fresador, sendo duas vagas reservadas a pessoas portadoras de deficiência. O pedido de isenção de taxa de inscrição, no valor de R$ 27,00, vai até quarta-feira (22/01) e as inscrições se encerram no dia 2 de Fevereiro. A jornada do curso de aprendizagem é de 40 horas semanais, sendo 18 meses de aulas teóricas e práticas. Os aprovados recebem como benefício um salário mínimo estadual, alimentação, uniforme e equipamento de proteção individual (EPI), seguro de acidentes pessoais e transporte. As provas acontecem no dia 16 de Fevereiro e o início do curso está programado para o dia 7 de Maio. Para concorrer às vagas os candidatos precisam ter concluído o Ensino Fundamental e ter nascido entre 01/08/1991 a 01/12/1995, além de ter aptidão física, psicológica, coordenação motora, força muscular e conhecimento compatível para atuar na área metal mecânica. Os que se candidatarem às vagas para portadores de deficiência deverão encaminhar à empresa cópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e original ou cópia autenticada do laudo médico, emitido nos últimos 12 meses, contados até o último dia de inscrição, atestando a espécie e o nível ou grau da deficiência, com expressa correspondência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doenças, bem como a provável causa da deficiência, com assinatura e carimbo do médico responsável pelo laudo. As inscrições podem ser feitas pela página da Fundação Bio-Rio, no endereço http://concursos.biorio.org.br ou no posto de atendimento da Fundação, na Avenida Carlos Chagas Filho, 791, Ilha do Fundão, Cidade Universitária, Ilha do Governador. É imprescindível o número do CPF para a inscrição do candidato.

  • NUCLEP é credenciada como Empresa Estratégica de Defesa

    A Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP foi credenciada como Empresa Estratégica de Defesa (EED). Trata-se de um mecanismo que garante às indústrias nacionais assim credenciadas o acesso a regimes especiais tributários e financiamentos, com o objetivo de torná-las mais competitivas, tanto no mercado interno quanto no externo.As empresas deixarão de recolher alguns impostos e contribuições para vendas ao mercado interno e terão um acompanhamento do Ministério da Defesa e da Receita Federal na regularidade fiscal. Junto com a NUCLEP, que produz os cascos resistentes para os novos submarinos, foram credenciadas pelo Ministério da Defesa empresas como a Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A (Embraer), Empresa Gerencial de Projetos Navais S.A (Engepron), Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel), Forjas Taurus, Mectron Engenharia, Indústria e Comércio S.A (Mectron/Odebrecht) e Akaer Engenharia Ltda (Akaer), entre outras. - Esse é um passo importante para a NUCLEP, pois muda as regras para a produção dos cascos resistentes de submarino, garantindo um regime tributário muito mais favorável à empresa. O credenciamento é o reconhecimento de nossa companhia como uma das grandes responsáveis pela garantia do conteúdo local em projetos estratégicos para a Nação – afirmou o presidente Jaime Cardoso. Para o secretário de Produtos de Defesa, Murilo Marques Barbosa, o credenciamento das empresas é um passo importante para a conquista da autonomia tecnológica, operacional e produtiva, como orientado pela Estratégia Nacional de Defesa e pelo Plano Brasil Maior. A expectativa é de abertura de novos mercados, criando melhores condições de competitividade no plano interno e no exterior. O credenciamentodas EEDs representa uma grande vitória, segundo Barbosa, para a consolidação da base industrial de defesa nacional. - Os investimentos em Defesa estão crescendo a nível mundial e, no caso do Brasil, precisamos considerar o interesse na proteção da Amazônia e das imensas possibilidades trazidas pelo pré-sal. Esse momento é importante por reconhecer a importância estratégica que essa indústria tem para o desenvolvimento do país – frisou o ministro da Defesa, Celso Amorim. O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), Sami Youssef Hassuani, refletiu sobre o simbolismo do evento, que reafirma o renascimento da indústria de defesa nacional, com soberania e política industrial. Hassuani ressaltou que muitas indústrias foram privatizadas e algumas foram à falência, mas, com a retomada do posicionamento estratégico do Brasil, no final da década de 90, o que foi desconstruído ao longo de dez anos, passou a ser reconstruído. - Hoje existe um plano e uma direção. O evento representa mais uma medida viabilizadora para o segmento da Defesa – concluiu Hassuani.

  • NUCLEP é credenciada como Empresa Estratégica de Defesa

    A Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP foi credenciada como Empresa Estratégica de Defesa (EED). Trata-se de um mecanismo que garante às indústrias nacionais assim credenciadas o acesso a regimes especiais tributários e financiamentos, com o objetivo de torná-las mais competitivas, tanto no mercado interno quanto no externo.As empresas deixarão de recolher alguns impostos e contribuições para vendas ao mercado interno e terão um acompanhamento do Ministério da Defesa e da Receita Federal na regularidade fiscal. Junto com a NUCLEP, que produz os cascos resistentes para os novos submarinos, foram credenciadas pelo Ministério da Defesa empresas como a Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A (Embraer), Empresa Gerencial de Projetos Navais S.A (Engepron), Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel), Forjas Taurus, Mectron Engenharia, Indústria e Comércio S.A (Mectron/Odebrecht) e Akaer Engenharia Ltda (Akaer), entre outras. - Esse é um passo importante para a NUCLEP, pois muda as regras para a produção dos cascos resistentes de submarino, garantindo um regime tributário muito mais favorável à empresa. O credenciamento é o reconhecimento de nossa companhia como uma das grandes responsáveis pela garantia do conteúdo local em projetos estratégicos para a Nação – afirmou o presidente Jaime Cardoso. Para o secretário de Produtos de Defesa, Murilo Marques Barbosa, o credenciamento das empresas é um passo importante para a conquista da autonomia tecnológica, operacional e produtiva, como orientado pela Estratégia Nacional de Defesa e pelo Plano Brasil Maior. A expectativa é de abertura de novos mercados, criando melhores condições de competitividade no plano interno e no exterior. O credenciamentodas EEDs representa uma grande vitória, segundo Barbosa, para a consolidação da base industrial de defesa nacional. - Os investimentos em Defesa estão crescendo a nível mundial e, no caso do Brasil, precisamos considerar o interesse na proteção da Amazônia e das imensas possibilidades trazidas pelo pré-sal. Esse momento é importante por reconhecer a importância estratégica que essa indústria tem para o desenvolvimento do país – frisou o ministro da Defesa, Celso Amorim. O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), Sami Youssef Hassuani, refletiu sobre o simbolismo do evento, que reafirma o renascimento da indústria de defesa nacional, com soberania e política industrial. Hassuani ressaltou que muitas indústrias foram privatizadas e algumas foram à falência, mas, com a retomada do posicionamento estratégico do Brasil, no final da década de 90, o que foi desconstruído ao longo de dez anos, passou a ser reconstruído. - Hoje existe um plano e uma direção. O evento representa mais uma medida viabilizadora para o segmento da Defesa – concluiu Hassuani.

  • Futuro do Programa Nuclear exige planejamento estratégico

    É preciso que haja mais que simples interação dos presidentes dos órgãos envolvidos no programa nuclear brasileiro, mas uma estratégia definida das metas para o país. Essa é a visão do presidente da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A – NUCLEP, Jaime Cardoso, que acredita ser esse o momento de se criar uma diretriz de estado para o setor, definindo a participação de cada órgão para construção do novo programa. Durante a mesa sobre o presente e o futuro do programa nuclear brasileiro, durante a International Nuclear Atlantic Conference (INAC 2013), em Recife, a grande expectativa ficou em torno da criação da Agência Nacional de Energia Nuclear (Anen), que ficará encarregada da regulação do setor. Todos esperam que a nova agência, que hoje se encontra dentro da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), possa estruturar e fortalecer o segmento. Para o presidente da Eletronuclear, Othon Pinheiro, o programa nuclear brasileiro pode ser analisado como um painel de altos e baixos. Na década de 60, com o investimento pesado dos Estados Unidos e alguns países da Europa, como França e Alemanha na construção de plantas, o governo começou a planejar seu futuro nuclear. Depois, com a necessidade de se adaptar à política econômica global, o projeto transformou-se em ações pontuais de cada governo. - Depois de acompanharmos eventos específicos dentro de cada governo, acredito que agora o crescimento do setor nuclear será contínuo e sustentável. Mesmo com eventos que abalaram o segmento, como o acidente de Fukushima, o governo não parou o projeto de Angra 3, mas reforçou a análise do futuro. Esse é um sinal claro de compromisso com a diversificação da matriz energética, investindo em qualidade – garantiu Pinheiro. Ao lado do presidente da CNEN, Ângelo Padilha; da presidente da Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben), Ruth Soares Alves; do presidente das Indústrias Nucleares do Brasil, Aquilino Senra; do diretor Técnico-Comercial da Amazul, Leonam Guimarães; e dos almirantes Luciano Pagano Junior, do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) e Alan Arthou, do Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear (COGESM), Cardoso garantiu que a NUCLEP está se preparando para retomar sua missão, que era o de, fundamentalmente, atender ao programa nuclear. Hoje a empresa diversificou seu portfólio, mas continua como a principal empresa de base do país a atender as demandas de aumento de conteúdo nacional nos equipamentos para setores estratégicos do Brasil.

  • Futuro do Programa Nuclear exige planejamento estratégico

    É preciso que haja mais que simples interação dos presidentes dos órgãos envolvidos no programa nuclear brasileiro, mas uma estratégia definida das metas para o país. Essa é a visão do presidente da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A – NUCLEP, Jaime Cardoso, que acredita ser esse o momento de se criar uma diretriz de estado para o setor, definindo a participação de cada órgão para construção do novo programa. Durante a mesa sobre o presente e o futuro do programa nuclear brasileiro, durante a International Nuclear Atlantic Conference (INAC 2013), em Recife, a grande expectativa ficou em torno da criação da Agência Nacional de Energia Nuclear (Anen), que ficará encarregada da regulação do setor. Todos esperam que a nova agência, que hoje se encontra dentro da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), possa estruturar e fortalecer o segmento. Para o presidente da Eletronuclear, Othon Pinheiro, o programa nuclear brasileiro pode ser analisado como um painel de altos e baixos. Na década de 60, com o investimento pesado dos Estados Unidos e alguns países da Europa, como França e Alemanha na construção de plantas, o governo começou a planejar seu futuro nuclear. Depois, com a necessidade de se adaptar à política econômica global, o projeto transformou-se em ações pontuais de cada governo. - Depois de acompanharmos eventos específicos dentro de cada governo, acredito que agora o crescimento do setor nuclear será contínuo e sustentável. Mesmo com eventos que abalaram o segmento, como o acidente de Fukushima, o governo não parou o projeto de Angra 3, mas reforçou a análise do futuro. Esse é um sinal claro de compromisso com a diversificação da matriz energética, investindo em qualidade – garantiu Pinheiro. Ao lado do presidente da CNEN, Ângelo Padilha; da presidente da Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben), Ruth Soares Alves; do presidente das Indústrias Nucleares do Brasil, Aquilino Senra; do diretor Técnico-Comercial da Amazul, Leonam Guimarães; e dos almirantes Luciano Pagano Junior, do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) e Alan Arthou, do Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear (COGESM), Cardoso garantiu que a NUCLEP está se preparando para retomar sua missão, que era o de, fundamentalmente, atender ao programa nuclear. Hoje a empresa diversificou seu portfólio, mas continua como a principal empresa de base do país a atender as demandas de aumento de conteúdo nacional nos equipamentos para setores estratégicos do Brasil.

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