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  • Rio de Janeiro é o primeiro estado a consolidar seu Fórum de Gestores

    Em uma reunião, coordenada pela ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, o Rio de Janeiro formalizou hoje a consolidação de seu Fórum de Gestores Federais. A proposta é buscar uma sintonia mais fina não apenas entre os órgãos, mas com os estados e municípios, a fim de servir de canal de interlocução entre o governo federal e a população. A ministra contou que, em Mato Grosso, os órgãos uniram-se às universidades e construíram um plano de saneamento básico para 108 municípios. Encontrar soluções práticas para questões estratégicas dos estados é o grande desafio dos fóruns estaduais, que passarão a trocar experiências através de videoconferências que acontecerão mensalmente, sempre coordenadas pela ministra e com temas sensíveis a grande parte da população. - Os fóruns precisam encontrar seus caminhos, já que ninguém quer vir a reuniões para ficar apenas na conversa. O Rio de Janeiro, por já ter sido capital, tem um perfil diferenciado, com grande número de órgãos com central aqui, mas abrangência nacional. Acho que a proposta de criação de comissões setoriais pode ser um caminho interessante – frisou a ministra. A proposta é que, a partir do dia 24 de Março, mensalmente, a cada última segunda-feira de cada mês, aconteçam as videoconferências. Nessa primeira serão abordados o Pronatec e o Pronacampo, importantes programas na área de qualificação profissional que, muitas vezes, não são reconhecidos nos estados como uma fonte de formação de mão de obra. A ideia é que cada sessão trabalhe temas que afetam diretamente a população, pela falta de informação na ponta, já que os principais órgãos gerenciadores desses programas não possuem superintendências regionais. Ficou definido ainda que, a partir do dia 16 de Maio, haverá oficinas de planejamento para os fóruns, sendo o Rio de Janeiro o primeiro estado a definir sua participação. O Rio saiu na frente na análise do projeto de lei que pretende mudar a Lei das Licitações e Contratos, Nº 8.666/93, uma vez que a atual legislação engessa o serviço público. Numa primeira discussão no Fórum fluminense o projeto, que é de autoria do deputado José Guimarães, do Ceará, foi visto como uma boa alternativa. - O Rio de Janeiro poderá enviar suas posições para Brasília, onde estamos trabalhando com Medidas Provisórias que estendem o Regime Diferenciado de Contratação – RDC para alguns setores. A discussão de alternativas à Lei das Licitações é importante para que possamos construir novas propostas – defendeu a ministra. Para a gerente geral de Relações Institucionais e Comunicação da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP, Marília Baracat, que apresentou um relatório sobre as ações do Fórum ao longo de seu primeiro ano de existência, o grupo achou um caminho. Do “choro” das primeiras reuniões à busca de soluções foi um caminho relativamente curto, principalmente pela grande quantidade de empresas com perfis e realidades totalmente diversas. A gerente regional de Governo da Superintendência da Caixa Econômica Federal no Rio de Janeiro, Louise Dias, lembrou que os gestores fluminenses querem servir de canal entre o governo federal e a população, reforçando a presença da União no dia a dia do estado, assim como espera ser também um canal de transmissão dos anseios do povo ao governo. - As primeiras reuniões foram de muito choro, mas durante o processo fomos criando uma nova dinâmica, com pautas específicas. Hoje temos apenas 31% dos órgãos participando ativamente, mas tenho certeza de que outros irão se agregar. Os desafios são grandes, mas temos consciência da capacidade do grupo em oferecer um trabalho de qualidade – ressaltou Marília. Participaram do encontro, além da ministra, e das gerentes Marília Baracat e Louise Dias, o presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso; Ernandes Macário e Darci Pasqualotto, da Secretaria de Relações Institucionais (SRI); Jalisson Lage, o diretor de Infraestrutura Social, Meio Ambiente, Agropecuária e Inclusão Social, Guilherme Lacerda, e o chefe de gabinete do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Sérgio Gusmão; Ana Caldas e o superintendente da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), Eduardo Fonseca de Moraes; José Antonio Castellano, da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM); Marcelo Del Rei e Ademir Tardelli, do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI); Rosana Alcântara e Ediney Sanchez, da Agência Nacional do Cinema (Ancine); Thiago Paiva Chaves, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM); Ricardo de Castro Lima e Alexandre Jorge Esteves, da Escola Superior de Guerra (ESG); Manoel Aguinaldo Guimarães, da Eletrobrás; Claudio Negrão, da Transpetro; e as professoras Rosangela Gomes e Maria do Rosário Leão, da Uni-Rio.

  • Marinha, NUCLEP e ICN discutem programa do submarino brasileiro

    O grande norteador da reunião entre a Marinha, a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP e a Itaguaí Construções Navais (ICN), no parque industrial da NUCLEP, em Itaguaí, foi o desafio de fazer os novos submarinos brasileiros. Com tecnologia francesa, transformará o país em um produtor desse tipo de embarcação, garantindo uma maior autonomia da defesa. A reunião entre o contra-almirante Sydney dos Santos Neves, gerente do empreendimento Modular para a Obtenção dos Submarinos Convencionais, o presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso, o diretor presidente da ICN, Pascal Guy Joseph Le Roy, e os diretores industriais da NUCLEP, Liberal Zanelatto, e da ICN, Antonio Costa, entre outros, focou em questões técnicas. As empresas, que são parceiras no empreendimento, estão empreendendo ações visando agilizar o processo de fabricação, de modo a garantir os prazos definidos ainda durante os primeiros entendimentos. - Essas conversas são importantes pela complexidade que é construir uma embarcação como essa, absorvendo novas tecnologias. Através dessa parceria estamos dotando o país de novos equipamentos de qualidade e permitindo que o Brasil entre no seleto grupo de construtores de submarinos com propulsão nuclear, hoje restrito aos países integrantes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas – frisou Cardoso. O grupo também visitou o parque industrial, acompanhando cada setor de produção do submarino, desde a área de corte das chapas até a montagem das cavernas e a produção das seções. O contra-almirante ficou satisfeito com a qualidade dos trabalhos, reiterando a importância de ser mantido o fluxo de produção para que possamos atingir as metas do cronograma estabelecido de fabricação dos submarinos. DCNS– O diretor geral da Direção de Construções Navais da França (DCNS), Bernard Planchais, também visitou a NUCLEP, acompanhado do contra-almirante e do presidente e diretor da ICN. A proposta era acompanhar o andamento da fabricação dos cascos resistentes do S-BR. O diretor industrial Liberal Zanelatto, representando o presidente Jaime Cardoso, apresentou todas as estações de trabalho da fabricação a cargo da NUCLEP. Planchais pode acompanhar desde a produção das almas, flanges cavernas e chapas de casco até a operação da complexa máquina de solda caverna x casco, onde estava em curso a primeira solda deste tipo para o SBR-1. - Estou muito satisfeito com a minha visita à NUCLEP e pude testemunhar que vocês estão totalmente comprometidos com o nosso projeto, trabalhando como uma equipe – afirmou Planchais ao concluir a visita.

  • Marinha, NUCLEP e ICN discutem programa do submarino brasileiro

    Itaguaí, 06 de Março - O grande norteador da reunião entre a Marinha, a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP e a Itaguaí Construções Navais (ICN), no parque industrial da NUCLEP, em Itaguaí, na última semana, foi o desafio de fazer os novos submarinos brasileiros. Com tecnologia francesa, transformará o país em um produtor desse tipo de embarcação, garantindo uma maior autonomia da defesa. A reunião entre o contra-almirante Sydney dos Santos Neves, gerente do empreendimento Modular para a Obtenção dos Submarinos Convencionais, o presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso, o diretor presidente da ICN, Pascal Guy Joseph Le Roy, e os diretores industriais da NUCLEP, Liberal Zanelatto, e da ICN, Antonio Costa, entre outros, focou em questões técnicas. As empresas, que são parceiras no empreendimento, estão empreendendo ações visando agilizar o processo de fabricação, de modo a garantir os prazos definidos ainda durante os primeiros entendimentos. - Essas conversas são importantes pela complexidade que é construir uma embarcação como essa, absorvendo novas tecnologias. Através dessa parceria estamos dotando o país de novos equipamentos de qualidade e permitindo que o Brasil entre no seleto grupo de construtores de submarinos com propulsão nuclear, hoje restrito aos países integrantes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas – frisou Cardoso. O grupo também visitou o parque industrial, acompanhando cada setor de produção do submarino, desde a área de corte das chapas até a montagem das cavernas e a produção das seções. O contra-almirante ficou satisfeito com a qualidade dos trabalhos, reiterando a importância de ser mantido o fluxo de produção para que possamos atingir as metas do cronograma estabelecido de fabricação dos submarinos. DCNS– O diretor geral da Direção de Construções Navais da França (DCNS), Bernard Planchais, também visitou a NUCLEP, acompanhado do contra-almirante e do presidente e diretor da ICN. A proposta era acompanhar o andamento da fabricação dos cascos resistentes do S-BR. O diretor industrial Liberal Zanelatto, representando o presidente Jaime Cardoso, apresentou todas as estações de trabalho da fabricação a cargo da NUCLEP. Planchais pode acompanhar desde a produção das almas, flanges, cavernas e chapas de casco até a operação da complexa máquina de solda caverna x casco, onde estava em curso a primeira solda deste tipo para o SBR-1. - Estou muito satisfeito com a minha visita à NUCLEP e pude testemunhar que vocês estão totalmente comprometidos com o nosso projeto, trabalhando como uma equipe – afirmou Planchais ao concluir a visita.

  • Provas do concurso para Aprendizagem Industrial serão no domingo

    As provas objetivas do concurso para Aprendizagem Industrial na Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP serão no próximo domingo (16/02), com início às 9h. Elas serão aplicadas no Colégio Estadual Clodomiro Vasconcelos, na Rua Gorgênio de Freitas Marins, 102, no Centro de Itaguaí, e no Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro (ISERJ), na Rua Mariz e Barros, 273, Praça da Bandeira, Rio de Janeiro e é preferível que os alunos estejam nos locais com uma hora de antecedência ao fechamento dos portões. Serão quatro horas de prova, com 20 questões de Língua Portuguesa, 20 questões de Matemática e 10 de Ciências, cada uma com cinco opções de resposta, mas apenas uma correta. Os candidatos não devem levar, ou portar, equipamentos eletrônicos como celulares, tocadores de mp3 ou mp4, Ipod, notebook ou máquina fotográfica, entre outros relacionados no edital. No caso de estar com algum desses equipamentos, ele deverá ser entregue em local definido na entrada de cada escola. Os candidatos também não poderão levar os cadernos de questões, assim como não poderão anotar os gabaritos. O curso de Aprendizagem Industrial do Centro de Treinamento Técnico da NUCLEP é composto pelas áreas de Caldeiraria, Soldagem, Manutenção Mecânica, Desenho Técnico e Torneiro/Fresador. São 18 meses de curso, onde os alunos passarão por todas essas áreas, a fim de se identificar suas aptidões. Os aprendizes da NUCLEP recebem um salário mínimo estadual, alimentação (café da manhã e almoço), uniforme e equipamento de proteção individual (EPI), seguro de acidentes pessoais e transporte. O resultado final da prova objetiva será divulgado no dia 26 de fevereiro e a primeira convocação para avaliação médica e checagem de documentos será no dia 28 de fevereiro, quando o resultado será publicado no Diário Oficial da União. O índice do concurso é de 34,86 alunos por vaga.

  • Visita de auditores da CGU abre parceria para cursos na fábrica

    Uma grande parceria a caminho. Assim o diretor industrial da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP, Liberal Zanelatto, e o novo chefe regional da Controladoria Geral da União (CGU), no Rio de Janeiro, Fábio Valgas, definiram a visita que os auditores fizeram à fábrica. A proposta era mostrar a capacidade da empresa e suas especificidades na fabricação de grandes equipamentos que exigem alto índice de conteúdo nacional e qualidade de produção. Conhecida por sua excelência, a NUCLEP é considerada uma das maiores indústrias de base do país. Para atender a todas as necessidades estratégicas da Nação há uma preocupação em buscar as principais certificações internacionais, como os selos ASME, da Sociedade Americana de Engenheiros Mecânicos, essenciais para a fabricação, reparo e certificação de equipamentos nucleares e não nucleares, além da ISO 9001:2008, na área de qualidade. - Acho que essa visita abre perspectivas de grandes parcerias no futuro. Podemos discutir a possibilidade da CGU trazer para a NUCLEP alguns cursos, atendendo as necessidades dos funcionários. Essa é a nossa proposta, trabalhar junto para agilizar todos os processos de auditoria – frisou Valgas. Zanelatto fez coro com o auditor da NUCLEP, Celso Patrício, sobre a importância desse tipo de visita, já que os profissionais deixam de fazer os julgamentos com base em papéis e passam a compreender melhor a empresa. Ambos acreditam que essa deve ser a primeira de várias visitas, a fim de ir ampliando a sintonia já existente. - Essas visitas são importantes para construir caminhos que nos permitam uma visão mais ampla. Tenho certeza de que essa parceria que se desenha agora irá produzir bons frutos para ambos – disse Patrício.Participaram da visita, além de Valgas, Zanelatto e Patrício, o chefe-adjunto da CGU/Regional, Valmir Gomes Dias; a chefe de divisão, Ana Paula Mawad; os auditores Rogério Tavares e Marcos Neves; a auditora da NUCLEP, Rosilene Varella; e o gerente geral de produção da NUCLEP, André Potascheff.

  • Visita de auditores da CGU abre parceria para cursos na fábrica

    Uma grande parceria a caminho. Assim o diretor industrial da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP, Liberal Zanelatto, e o novo chefe regional da Controladoria Geral da União (CGU), no Rio de Janeiro, Fábio Valgas, definiram a visita que os auditores fizeram à fábrica. A proposta era mostrar a capacidade da empresa e suas especificidades na fabricação de grandes equipamentos que exigem alto índice de conteúdo nacional e qualidade de produção. Conhecida por sua excelência, a NUCLEP é considerada uma das maiores indústrias de base do país. Para atender a todas as necessidades estratégicas da Nação há uma preocupação em buscar as principais certificações internacionais, como os selos ASME, da Sociedade Americana de Engenheiros Mecânicos, essenciais para a fabricação, reparo e certificação de equipamentos nucleares e não nucleares, além da ISO 9001:2008, na área de qualidade. - Acho que essa visita abre perspectivas de grandes parcerias no futuro. Podemos discutir a possibilidade da CGU trazer para a NUCLEP alguns cursos, atendendo as necessidades dos funcionários. Essa é a nossa proposta, trabalhar junto para agilizar todos os processos de auditoria – frisou Valgas. Zanelatto fez coro com o auditor da NUCLEP, Celso Patrício, sobre a importância desse tipo de visita, já que os profissionais deixam de fazer os julgamentos com base em papéis e passam a compreender melhor a empresa. Ambos acreditam que essa deve ser a primeira de várias visitas, a fim de ir ampliando a sintonia já existente. - Essas visitas são importantes para construir caminhos que nos permitam uma visão mais ampla. Tenho certeza de que essa parceria que se desenha agora irá produzir bons frutos para ambos – disse Patrício.Participaram da visita, além de Valgas, Zanelatto e Patrício, o chefe-adjunto da CGU/Regional, Valmir Gomes Dias; a chefe de divisão, Ana Paula Mawad; os auditores Rogério Tavares e Marcos Neves; a auditora da NUCLEP, Rosilene Varella; e o gerente geral de produção da NUCLEP, André Potascheff.

  • NUCLEP abre concurso para Aprendizagem Industrial

    A Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP abriu concurso público para o curso de Aprendizagem Industrial no Centro de Treinamento Técnico. São 30 vagas nas áreas de Caldeiraria, Soldagem, Manutenção Mecânica, Desenhista Técnico e Torneiro/Fresador, sendo duas vagas reservadas a pessoas portadoras de deficiência. O pedido de isenção de taxa de inscrição, no valor de R$ 27,00, vai até quarta-feira (22/01) e as inscrições se encerram no dia 2 de Fevereiro. A jornada do curso de aprendizagem é de 40 horas semanais, sendo 18 meses de aulas teóricas e práticas e 18 meses de contrato especial de aprendizagem. Os aprovados recebem como benefício um salário mínimo estadual, alimentação, uniforme e equipamento de proteção individual (EPI), seguro de acidentes pessoais e transporte. As provas acontecem no dia 16 de Fevereiro e o início do curso está programado para o dia 7 de Maio. Para concorrer às vagas os candidatos precisam ter concluído o Ensino Fundamental e ter nascido entre 01/08/1991 a 01/12/1995, além de ter aptidão física, psicológica, coordenação motora, força muscular e conhecimento compatível para atuar na área metal mecânica. Os que se candidatarem às vagas para portadores de deficiência deverão encaminhar à empresa cópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e original ou cópia autenticada do laudo médico, emitido nos últimos 12 meses, contados até o último dia de inscrição, atestando a espécie e o nível ou grau da deficiência, com expressa correspondência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doenças, bem como a provável causa da deficiência, com assinatura e carimbo do médico responsável pelo laudo. As inscrições podem ser feitas pela página da Fundação Bio-Rio, no endereço http://concursos.biorio.org.br ou no posto de atendimento da Fundação, na Avenida Carlos Chagas Filho, 791, Ilha do Fundão, Cidade Universitária, Ilha do Governador. É imprescindível o número do CPF para a inscrição do candidato.

  • NUCLEP abre concurso para Aprendizagem Industrial

    A Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP abriu concurso público para o curso de Aprendizagem Industrial no Centro de Treinamento Técnico. São 30 vagas divididas entre as áreas de Caldeiraria, Soldagem, Manutenção Mecânica, Desenhista Técnico e Torneiro/Fresador, sendo duas vagas reservadas a pessoas portadoras de deficiência. O pedido de isenção de taxa de inscrição, no valor de R$ 27,00, vai até quarta-feira (22/01) e as inscrições se encerram no dia 2 de Fevereiro. A jornada do curso de aprendizagem é de 40 horas semanais, sendo 18 meses de aulas teóricas e práticas. Os aprovados recebem como benefício um salário mínimo estadual, alimentação, uniforme e equipamento de proteção individual (EPI), seguro de acidentes pessoais e transporte. As provas acontecem no dia 16 de Fevereiro e o início do curso está programado para o dia 7 de Maio. Para concorrer às vagas os candidatos precisam ter concluído o Ensino Fundamental e ter nascido entre 01/08/1991 a 01/12/1995, além de ter aptidão física, psicológica, coordenação motora, força muscular e conhecimento compatível para atuar na área metal mecânica. Os que se candidatarem às vagas para portadores de deficiência deverão encaminhar à empresa cópia do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e original ou cópia autenticada do laudo médico, emitido nos últimos 12 meses, contados até o último dia de inscrição, atestando a espécie e o nível ou grau da deficiência, com expressa correspondência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doenças, bem como a provável causa da deficiência, com assinatura e carimbo do médico responsável pelo laudo. As inscrições podem ser feitas pela página da Fundação Bio-Rio, no endereço http://concursos.biorio.org.br ou no posto de atendimento da Fundação, na Avenida Carlos Chagas Filho, 791, Ilha do Fundão, Cidade Universitária, Ilha do Governador. É imprescindível o número do CPF para a inscrição do candidato.

  • NUCLEP é credenciada como Empresa Estratégica de Defesa

    A Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP foi credenciada como Empresa Estratégica de Defesa (EED). Trata-se de um mecanismo que garante às indústrias nacionais assim credenciadas o acesso a regimes especiais tributários e financiamentos, com o objetivo de torná-las mais competitivas, tanto no mercado interno quanto no externo.As empresas deixarão de recolher alguns impostos e contribuições para vendas ao mercado interno e terão um acompanhamento do Ministério da Defesa e da Receita Federal na regularidade fiscal. Junto com a NUCLEP, que produz os cascos resistentes para os novos submarinos, foram credenciadas pelo Ministério da Defesa empresas como a Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A (Embraer), Empresa Gerencial de Projetos Navais S.A (Engepron), Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel), Forjas Taurus, Mectron Engenharia, Indústria e Comércio S.A (Mectron/Odebrecht) e Akaer Engenharia Ltda (Akaer), entre outras. - Esse é um passo importante para a NUCLEP, pois muda as regras para a produção dos cascos resistentes de submarino, garantindo um regime tributário muito mais favorável à empresa. O credenciamento é o reconhecimento de nossa companhia como uma das grandes responsáveis pela garantia do conteúdo local em projetos estratégicos para a Nação – afirmou o presidente Jaime Cardoso. Para o secretário de Produtos de Defesa, Murilo Marques Barbosa, o credenciamento das empresas é um passo importante para a conquista da autonomia tecnológica, operacional e produtiva, como orientado pela Estratégia Nacional de Defesa e pelo Plano Brasil Maior. A expectativa é de abertura de novos mercados, criando melhores condições de competitividade no plano interno e no exterior. O credenciamentodas EEDs representa uma grande vitória, segundo Barbosa, para a consolidação da base industrial de defesa nacional. - Os investimentos em Defesa estão crescendo a nível mundial e, no caso do Brasil, precisamos considerar o interesse na proteção da Amazônia e das imensas possibilidades trazidas pelo pré-sal. Esse momento é importante por reconhecer a importância estratégica que essa indústria tem para o desenvolvimento do país – frisou o ministro da Defesa, Celso Amorim. O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), Sami Youssef Hassuani, refletiu sobre o simbolismo do evento, que reafirma o renascimento da indústria de defesa nacional, com soberania e política industrial. Hassuani ressaltou que muitas indústrias foram privatizadas e algumas foram à falência, mas, com a retomada do posicionamento estratégico do Brasil, no final da década de 90, o que foi desconstruído ao longo de dez anos, passou a ser reconstruído. - Hoje existe um plano e uma direção. O evento representa mais uma medida viabilizadora para o segmento da Defesa – concluiu Hassuani.

  • NUCLEP é credenciada como Empresa Estratégica de Defesa

    A Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP foi credenciada como Empresa Estratégica de Defesa (EED). Trata-se de um mecanismo que garante às indústrias nacionais assim credenciadas o acesso a regimes especiais tributários e financiamentos, com o objetivo de torná-las mais competitivas, tanto no mercado interno quanto no externo.As empresas deixarão de recolher alguns impostos e contribuições para vendas ao mercado interno e terão um acompanhamento do Ministério da Defesa e da Receita Federal na regularidade fiscal. Junto com a NUCLEP, que produz os cascos resistentes para os novos submarinos, foram credenciadas pelo Ministério da Defesa empresas como a Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A (Embraer), Empresa Gerencial de Projetos Navais S.A (Engepron), Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel), Forjas Taurus, Mectron Engenharia, Indústria e Comércio S.A (Mectron/Odebrecht) e Akaer Engenharia Ltda (Akaer), entre outras. - Esse é um passo importante para a NUCLEP, pois muda as regras para a produção dos cascos resistentes de submarino, garantindo um regime tributário muito mais favorável à empresa. O credenciamento é o reconhecimento de nossa companhia como uma das grandes responsáveis pela garantia do conteúdo local em projetos estratégicos para a Nação – afirmou o presidente Jaime Cardoso. Para o secretário de Produtos de Defesa, Murilo Marques Barbosa, o credenciamento das empresas é um passo importante para a conquista da autonomia tecnológica, operacional e produtiva, como orientado pela Estratégia Nacional de Defesa e pelo Plano Brasil Maior. A expectativa é de abertura de novos mercados, criando melhores condições de competitividade no plano interno e no exterior. O credenciamentodas EEDs representa uma grande vitória, segundo Barbosa, para a consolidação da base industrial de defesa nacional. - Os investimentos em Defesa estão crescendo a nível mundial e, no caso do Brasil, precisamos considerar o interesse na proteção da Amazônia e das imensas possibilidades trazidas pelo pré-sal. Esse momento é importante por reconhecer a importância estratégica que essa indústria tem para o desenvolvimento do país – frisou o ministro da Defesa, Celso Amorim. O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), Sami Youssef Hassuani, refletiu sobre o simbolismo do evento, que reafirma o renascimento da indústria de defesa nacional, com soberania e política industrial. Hassuani ressaltou que muitas indústrias foram privatizadas e algumas foram à falência, mas, com a retomada do posicionamento estratégico do Brasil, no final da década de 90, o que foi desconstruído ao longo de dez anos, passou a ser reconstruído. - Hoje existe um plano e uma direção. O evento representa mais uma medida viabilizadora para o segmento da Defesa – concluiu Hassuani.

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