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  • Programa Nuclear da Marinha é destaque na 63ª Conferência Geral da AIEA

    Em mais um dia de atividades para a Comitiva do Brasil na 63ª Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atômica, em Viena, destacou-se ontem (18.9), a apresentação do Plano Nuclear da Marinha do Brasil, feita pelo cientista e ex-Diretor de Ciências Nucleares e Aplicações da AIEA, Dr.Aldo Malavasi , que hoje integra o corpo de especialistas da AMAZUL e do CTMSP.
     
    Na apresentação, reforçou às autoridades da AIEA, o compromisso do Brasil na aplicação e uso da energia na nuclear exclusivamente à fins pacíficos. “Caminhamos comprometidos e alinhados com a política estabelecida pela AIEA e da nossa Constituição Federal. Nosso Programa e Instituições passam por constantes inspeções das organizações internacionais, às quais recebemos com total transparência e compromisso no desenvolvimento de um Programa de propósitos não bélicos”, afirmou.
     
    O cientista deixou claro importância histórica da Marinha no desenvolvimento e avanços do setor nuclear no Brasil. Em decorrência das pesquisas nucleares realizadas pelo oficial da MB, Alte. Álvaro Alberto, no início dos anos 50, foi que o governo federal, quase duas décadas depois, investiu recursos para capacitar o país no ciclo do combustível nuclear, produção de reatores de pesquisa e de potência e, finalmente, no reprocessamento de combustível nuclear utilizado nos reatores.
     
    Na apresentação, Dr. Aldo citou ainda os projetos nucleares em curso e em desenvolvimento pela Marinha, como o LABGENE, RMB (em parceria com a CNEN) e o Submarino de Propulsão Nuclear.
     
    O presidente da NUCLEP, Contra Almirante Carlos Henrique Silva Seixas, elogiou a apresentação do Dr. Aldo Malavasi. “A Marinha é a base do Programa Nuclear do Brasil. O Alte. Alvaro Alberto foi um visionário!Por causa da sua excepcional luta nos anos 50 chamamos a atenção do país. A apresentação foi de encontro à posição do ministro Alte. de Esquadra Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior, em que ratifica a importância e coerência da atuação direta de militares na gestão de setores do Governo ligados ao desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro. O ministro sempre ressalta que estivemos presentes em todas as etapas de implantação da energia nuclear no país. A MB teve papel ímpar no desenvolvimento da ultracentrifugação para o enriquecimento do urânio, o que nos fez sétimo país no mundo a dominar a tecnologia”, relembrou o C.Alte Seixas.
     
    E finalizou falando da importância da NUCLEP na história nuclear do Brasil. “É também gratificante como oficial militar, C. Alte, comandar uma empresa grande como a NUCLEP, que, desde o início dessa história, se destaca na construção de equipamentos nucleares de suma importância para a MB e para o país. Ressalto ainda que nos encontros aqui com outras Comitivas de países membros como a França e Paraguai, externamos a expertise nuclear para qual fomos criados, a capacidade e a qualidade da nossa caldeiraria, assim como fortalecemos a parceria com a Argentina. Todas as tratativas com grande receptividade e expectativas para o futuro.”

  • Reuniões entre países membros da AIEA marcam o segundo dia da 63° Conferência Geral em Viena

    Em Viena, como membro da comitiva do Brasil na 63ª Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o presidente da Nuclebrás Equipamentos Pesados S. A, Contra Almirante Carlos Henrique Silva Seixas, dedicou o segundo dia (17.9) do evento à encontros com a delegação de outros países.
     
    As reuniões, organizadas pela equipe do Itamaraty do Embaixador do Brasil na AIEA, Marcel Biato, acontecem em uma sala reservada à comitiva brasileira, e são sempre lideradas pelo ministro de Minas e Energia, Almirante de Esquadra Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior.  Assim como em 2018, a finalidade dos encontros é a interação entre as delegações dos países membros da Agência, para que possam não apenas trocar experiências mas promover ações entre governos e empresas do setor Nuclear.
     
    Destacam-se entre as reuniões mais importantes do dia, a com os representantes da Electricité de France (EDF). A empresa em 2018 firmou um memorando de entendimento com a Eletronuclear de cooperação na área nuclear do Brasil, para a retomada e conclusão da obras da Usina de Angra 3 e, também, no desenvolvimento de novas usinas nucleares no país.
     
    Na sequência, a delegação brasileira reuniu-se com o vice-ministro de Minas e Energia do Paraguai, Ing. Carlos Zaldivar, e o Embaixador do pais na AIEA, Dr. Juan Francisco Facetti, onde foi discutida a cooperação entre os países nos setores de medicina nuclear, mineração de urânio e segurança de materiais radiativos.
     
    Liderada pelo ministério de Minas e Energia, a Comitiva do Brasil é formada pelas empresas, instituições e autarquias nucleares mais importantes no país – Marinha do Brasil; Nuclebras Equipamentos Pesados S.A (NUCLEP); Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A.; Indústrias Nucleares do Brasil (INB); Eletronuclear; e Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).
     
    A Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) é uma instituição vinculada à ONU, com o objetivo de garantir a segurança do uso de energia atômica no mundo.
     
    Em sua 63ª edição - que se encerra no próximo domingo, dia 21/9 - é considerada o mais importante encontro internacional do setor nuclear.
     
    Nas fotos, o presidente da NUCLEP, C. Alte Seixas, com os seus diretores Industrial, Comte. Affonso Alves, e Comercial, Nicola Mirto Neto; e nas reuniões com a EDF e a Delegação do Paraguai.
     

     

  • Criada para atender ao Programa Nuclear Brasileiro NUCLEP participa da 63° Conferência Geral da AIEA

    O presidente da Nuclebras Equipamentos Pesados S.A, Contra Almirante Carlos Henrique Silva Seixas, participou hoje (16.9), da inauguração do estande do Brasil na 63ª Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o mais importante encontro do setor nuclear no mundo.
     
    Representado pelas empresas, instituições e autarquias nucleares mais importantes no país – Marinha do Brasil; Nuclebras Equipamentos Pesados S.A; Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A.; Indústrias Nucleares do Brasil; Eletronuclear; Atech Negócios em Tecnologias S/A e Comissão Nacional de Energia Nuclear - o estande Brasil surpreendeu em 2019 com uma área em comum à Argentina, demonstrando a força e união dos países não apenas no desenvolvimento do setor mas nas relações governamentais. Recentemente o país declarou apoio à candidatura do Embaixador argentino Rafael Grossi ao cargo de Diretor Geral da AIEA.
     
    A solenidade reuniu mais de cem autoridades internacionais e contou com discursos do Embaixador do Brasil na AIEA, Marcel Biato, e do ministro de Minas e Energia, Almirante de Esquadra Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior. O ministro ratificou o compromisso Legal e político do Brasil, como Estado Membro fundador da AIEA, com o uso pacífico da Energia Nuclear.
     
    “Entendemos que o investimento nessa tecnologia é um compromisso com o futuro, e que a diversificação da matriz energética significa segurança, prosperidade e progresso para o país. Destaco contudo a importância de que o uso pacífico da energia nuclear caminhe, de mãos dadas, com a busca dos mais elevados níveis de segurança e proteção nuclear. Nossos programas são voltados para aplicações civis, e intencionamos ainda, estreitar os laços de cooperação com estados amigos, em especial, com os nossos parceiros regionais, somando esforços para o bem-estar de nossas sociedades”, disse.
     
    Em seu terceiro ano consecutivo na AIEA, a NUCLEP, empresa criada para atender ao Programa Nuclear Brasileiro, teve papel fundamental na confecção do estande, interlocução com as empresas, com o Itamaraty e ainda, na organização da parceria com a Argentina. Segundo o presidente da empresa, C. Alte. Carlos Henrique Silva Seixas, sua equipe trabalhou firme para que o novo momento que o Brasil atravessa estivesse bem representado no estande.
     
    “Sempre alinhados à meta do país em prover energia firme, segura e estratégica, destacamos não apenas os pontos pelos quais já somos reconhecidos mas, principalmente, os projetos nucleares que tem importância social para o Governo. O Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (Labgene) se tornará no futuro em um ponto de referência para novos projetos de reatores nucleares brasileiros, incluindo as unidades modulares, que poderão gerar eletricidade para localidades remotas e plataformas de petróleo. Já o Reator Multipropósito Brasileiro (RMB) dará ao país autossuficiência na produção de radioisótopos, para fabricação de medicamentos”, celebrou o presidente da NUCLEP, C. Alte. Seixas.
     
     Fundada em 1957, a Agência Internacional de Energia Atômica é uma instituição internacional vinculada à ONU, com o objetivo de garantir a segurança do uso de energia atômica no mundo. Localizada em Viena, na Áustria, é formada por 137 Estados Membros que, anualmente, se reúnem nesta Conferência Geral para eleger 35 membros para o Conselho de Governadores. 
     
    Além do presidente da empresa, fazem parte da comitiva da NUCLEP, os diretores Industrial, Comte. Affonso Alves (CMG), e Comercial, Nicola Neto; o Gerente de Vendas, André Abrantes, e o Técnico em Métodos e Processos, Luiz Carlos Chaves.

  • Expertise nuclear e capacidade fabril da NUCLEP impressionam representantes da Petrobras, COPPE e DGDNTM.

    A NUCLEP recebeu nesta quinta-feira (05.09), a visita de representantes da Petrobras, COPPE/UFRJ e da Diretoria Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), que, em fase de estudo da viabilidade para a construção de pequenos reatores geradores de energia elétrica, vieram conhecer pessoalmente os projetos nucleares desenvolvidos pela empresa.
     
    Recebido pelo presidente da NUCLEP, C. Alte Carlos Henrique Silva Seixas, e pelos diretores Administrativo, e Industrial, C. Alte. Oscar Moreira Silva Filho, e Comte. Affonso Alves (CMG), o grupo assistiu ao vídeo institucional da NUCLEP, onde entendeu melhor os setores em que a empresa atua e projetos que desenvolve.
     
    Na sequência, o grupo formado pelos profissionais da Petrobras, - a Engenheira de Processamento, Denise Moura; o Administrador, Nilton Esteves; a Gerente de Tecnologias Aplicadas de Libra, Sylvia dos Anjos; o Consultor Técnico, Fabio Passarelli - da DGDNTM, o Consultor Técnico Renato Cotta; e ainda, pela professora Carolina Cotta, da COPPE/UFRJ; conheceu a fábrica, os equipamentos e projetos em desenvolvimento pela NUCLEP.
     
    Impressionada, a gerente de Tecnologias Aplicadas de Libra da Petrobras, Sylvia do Anjos, disse estar otimista com uma possível parceria. “A fábrica é incrível. A NUCLEP produz equipamentos fantásticos. Estamos animados com o potencial da empresa e certamente ela nos ajudará na confecção de equipamentos para a exploração de petróleo no Brasil”, afirmou.
     
    Para o presidente da NUCLEP, há boas perspectivas futuras. “Os representantes da Petrobras ficaram muito impressionados com a nossa expertise nuclear, qualidade e capacidade fabril. Tudo isso aliado ao fato de sermos ligados ao Ministério de Minas e Energia, traz boas perspectivas de consolidação dessa parceria”, explicou o C. Alte. Carlos Henrique Silva Seixas.

  • NUCLEP prestigia ABDAN em dia de inauguração da sua nova sede

    Ao lado de autoridades da Marinha do Brasil, do setor Nuclear, e das esferas federal, estadual e municipal, o presidente da NUCLEP, Contra-Almirante, Carlos Henrique Silva Seixas, prestigiou na tarde desta segunda-feira (2/9), no centro do Rio de Janeiro, a inauguração da nova sede da Associação Brasileira de Desenvolvimento das Atividades Nucleares - ABDAN.
     
    Constituída no Rio de Janeiro em 27 de outubro de 1987, a Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares é uma entidade sem fins lucrativos, que congrega a maioria das mais importantes empresas de bens de capital, de construção e montagem, do setor de consultoria e engenharia, de operação de usinas e de unidades fabris de sistemas e equipamentos, que participam das atividades nucleares no Brasil, dentre estas, a nossa estratégica e importante, NUCLEP.
     
    Na foto, o presidente da NUCLEP, C.Alte Seixas, com o presidente da ABDAN, Celso Cunha; os Contra-Almirantes, Humberto Moraes Ruivo e Paulo Cesar Demby; o Secretário de Ciência e Tecnologia do Estado, Filippo Scelza, e o Superintendente na SECTI-RJ, Felipe Santos Sampaio.

  • NUCLEP antecipa início da fabricação de uma empilhadeira/recuperadora e estreia com pé direito no mercado da mineração

    Com foco em novos contratos a Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A tem trabalhado duro pelo sucesso da sua entrada nos mercados de Energia e Mineração.
     
    Foram iniciados essa semana os preparativos no galpão industrial da empresa que servirá como sede para sua mais nova atividade, a Linha de Produção de Torres de Transmissão de Energia. Segundo a Diretoria Executiva da NUCLEP, a intenção é de que a produção comece já em setembro com o início das atividades previsto para antes do dia 15.
     
    Já a fabricação de uma máquina “Empilhadeira /Recuperadora”, atividade que credencia a NUCLEP no mercado da Mineração, teve sua largada no último dia 27.8 com o primeiro corte de chapa do projeto. O equipamento é responsável pelo despejo e recolhimento de minério em uma pilha de estocagem para embarques em navios.
     
    O primeiro corte de chapa pela NUCLEP foi executado em chapas de 75 milímetros feitas com o método de oxicorte, processo que separa os metais utilizando altas temperaturas e uma reação de oxidação com o oxigênio puro.
     
    Apesar de ser uma empreitada inédita, o gerente de Projetos da Diretoria Industrial, Eduardo Carvalho, não enxerga dificuldades técnicas para o piso fabril.
     
    “Aqui na NUCLEP já construímos equipamentos de altíssima complexidade para os mercados Naval, Óleo e Gás e Nuclear.
    Atendemos ao Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) da Marinha do Brasil e também construímos os equipamentos nucleares para as Usinas Angra 1, 2 e 3. Somos altamente capacitados para atender essa e qualquer nova demanda”, finalizou.

     

  • Estamos na mídia: "NUCLEP diversifica negócios e entra no mercado de construção de torres de transmissão"

    Por Davi de Souza - Petronotícias
     
    Depois de muitos anos trabalhando exclusivamente em projetos nucleares e de defesa, a Nuclep tem aproveitado o ano de 2019 para expandir o seu horizonte de atuação. Após de ter entrado recentemente na área de mineração, com a assinatura de um contrato com a Thyssenkrupp, agora foi a vez de mirar em outro alvo. O presidente Carlos Henrique Silva Seixas, anunciou a entrada da companhia no mercado de fabricação de torres de transmissão. Este é um segmento que terá uma grande procura nos próximos anos dentro do país, com a construção de pelo menos 55 mil km de linhas até 2027. “A demanda é maior que a capacidade atual da indústria brasileira. Então, eu acho que a Nuclep pode aproveitar a oportunidade”, afirmouEle também comenta que a expectativa é fabricar as primeiras torres dentro de dois meses. Apesar da diversificação, Seixas ressalta que a Nuclep continua empenhada e focada na área nuclear. “Estamos terminando os últimos equipamentos de Angra 3 e estamos prontos para qualquer necessidade de uma nova usina que, porventura, possa ser construída no Brasil”, complementou.
     
    Como surgiu a oportunidade de atuação nesse novo mercado?
    Durante uma apresentação do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, foi comentado que, até 2027, serão realizadas no Brasil 55 mil km de linhas de transmissão. Conversando com o nosso diretor comercial, Nicola Neto, que está ajudando muito a empresa, suscitou a possibilidade de nós construirmos as torres de transmissão. Esse é um mercado que está saturado no momento. Então, as empresas estão trabalhando 24 horas por dia, sete dias por semana. A demanda é maior que a capacidade atual de construção da indústria brasileira. Então, eu acho que a Nuclep pode aproveitar a oportunidade.
     
    Como foi a preparação da empresa para entrar neste segmento?
    A Nuclep não tinha as máquinas específicas. Tínhamos algum maquinário, mas não possuíamos algumas máquinas específicas para construção das torres. Com isso, fomos ao mercado e conseguimos achar uma empresa de São Paulo, a Metha. Essa é uma companhia que estava no mercado há mais de 30 anos. Fizemos um acordo de parceria e trouxemos as suas máquinas, que saíram de São Paulo para a Nuclep. As máquinas estão em fase de instalação.
     
    E quais são as perspectivas a partir de agora?
    Nós temos uma perspectiva, em um prazo de 40 ou 45 dias, de estarmos capacitados a iniciar a construção das torres. Temos uma demanda no mercado e já temos diversos pedidos de cotação. Temos a expectativa de, no máximo em 60 dias, estarmos produzindo torres de transmissão. Nesse primeiro momento, vamos entrar pequenos. Mas, quem sabe no futuro próximo, possamos estar com uma capacidade maior de produção.
    Isso será muito bom, porque nos próximos 10 anos teremos um mercado que dará uma receita líquida mensal constante. Isso desafogará um pouco a parte financeira da Nuclep.
     
    Este foi mais um movimento da Nuclep rumo à diversificação. Recentemente, vocês também anunciaram a entrada no mercado de mineração, não é mesmo?
    Sim, nós acabamos de fazer um contrato muito bom com a Thyssenkrupp na área de mineração. Vamos construir um equipamento grande, com 100 metros de comprimento. Estamos diversificando negócios e, como falei anteriormente, a torre de transmissão não apenas diversifica, mas também garante receita constante, devido à grande demanda que o Brasil terá de novas linhas de transmissão. Ou seja, teremos trabalhos constantes e um fluxo de caixa que irá desafogar a empresa. Estamos atuando tanto no mercado de defesa, como vamos continuar batalhando na área de óleo e gás, mas vamos abrir para essas áreas de mineração e torres de transmissão. 
     
    O que representa esse novo contrato na área de mineração?
    O fato da Thyssenkrupp ter contratado a Nuclep foi muito importante. Há cerca de 10 anos a Nuclep não fazia nada fora da área da Marinha e da Eletronuclear. Isso abriu um novo cenário para a Nuclep e nos deu a oportunidade de voltar ao mercado. Agora, cabe a nós cumprir o prazo e fazer o equipamento de maneira impecável, para que possamos renascer das cinzas e voltar ao mercado com muita força. Este é só o primeiro equipamento. Temos expectativa de construir outras coisas para a Thyssenkrupp e outras empresas. O mercado está olhando a Nuclep de outra maneira.
     
    Mesmo diversificando, a empresa mantém o foco na área nuclear. Gostaria que comentasse sobre isso.
    Esse é o carro-chefe da empresa. Não podemos abrir mão disso. A Nuclep foi construída para o Programa Nuclear do Brasil. Então, esta é nossa expertise e nossa razão de ser. Somos a única empresa no Brasil qualificada com o selo ASME III – para fabricação de equipamentos nucleares. No final do ano passado, fomos inspecionados e mantivemos essa certificação ASME III. E foi a primeira vez, nos 39 anos da empresa, que passamos pela inspeção sem não conformidades. 
    Estamos terminando os últimos equipamentos de Angra 3 e estamos prontos para qualquer necessidade de uma nova usina que, porventura, possa ser construída no Brasil.
     
    Link para a matéria: https://petronoticias.com.br/archives/133665

  • NUCLEP apresenta seu Laboratório de Ensaios Destrutivos à Diretoria Industrial da Marinha (DIM)

    A NUCLEP recebeu esta semana a visita de representantes da Diretoria Industrial da Marinha (DIM), às instalações fabris da empresa.
     
    Guiados pelo diretor Industrial, Comte. Affonso Alves, a ida à área de manufaturação teve como destaque o Laboratório de Ensaios Destrutivos, reinaugurado no dia 27 de dezembro de 2018, e que conta com equipamentos de alta tecnologia capazes de qualificar soldadores e procedimentos de soldagem até mesmo para a área nuclear, além de atender tanto à demanda da empresa quanto a do mercado e de instituições de pesquisas.
     
    Devido à excelência em fabricação de equipamentos para áreas Naval, Offshore e Nuclear, e a recente entrada nos mercados de Energia e Mineração, a NUCLEP tem atraído constantemente, instituições interessadas em visitações de caráter técnico ao seu parque industrial, repleto de funcionários de alta capacidade e diversos níveis de qualificação.
     
    Representada pelo Comte. Amaury Bezerra Junior (CMG) e os oficiais Casimiro Gabriel, Mariana Almeida, Gustavo Costa, Rafael Ferreira e José dos Santos Filho, a Diretoria Industrial da Marinha tem como missão efetuar a coordenação executiva dos serviços industriais e de manutenção preventiva e corretiva realizadas pelas Organizações Militares Prestadoras de Serviço (OMPS) subordinadas.
     
    A DIM foi criada no processo de reestruturação da Diretoria-Geral do Material da Marinha (DGMM), tendo como Organizações Militares subordinadas o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), o Centro de Manutenção de Sistemas da Marinha (CMS) e o Centro de Mísseis e Armas Submarinas da Marinha (CMASM).

  • NUCLEP anuncia entrada no mercado de energia como indústria de linha de produção de torres de transmissão

    O presidente da Nuclebras Equipamentos Pesados S.A, C. Alte Carlos Henrique Silva Seixas, anunciou hoje durante a abertura do 10° Seminário Internacional de Energia Nuclear, a entrada da empresa em mais um segmento do mercado, como Indústria de Linha de produção de Torres de Energia.
     
    Em seu discurso, o presidente da NUCLEP, destacou que a empresa se desenvolve em consonância com as demandas do Ministério de Minas e Energia e, assim, segue incorporada à agenda nacional de fortalecimento da Indústria Nuclear, de modo a contribuir com a meta do país em prover energia firme, segura e estratégica para o desenvolvimento da nação.
     
    O Contra Almirante reforçou a importância da maior Indústria de Usinagem do Brasil, única no país certificada pela Sociedade Americana de Engenheiros Mecânicos com Código Asme III para nucleares, na construção, manutenção e recuperação de alguns dos equipamentos mais relevantes ao país, como os feitos às Usinas Angra 1, 2 e 3; de partes do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica da Marinha do Brasil (LABGENE) que é o protótipo real da planta nuclear do primeiro submarino de propulsão nuclear brasileiro, incluindo o reator nuclear de potência, e a Construção dos próprios cascos resistentes do SN-10; além da expectativa da construção do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB) no piso fabril da NUCLEP.
     
    “A NUCLEP está preparada para absorver e atuar com excelência em qualquer mercado que seja de interesse  econômico ou estratégico da nossa nação. Com expertise tecnológica diferenciada somos hoje capacitados a atender, desenvolver e comercializar equipamentos pesados aos mais diversos segmentos das indústrias nacional e internacional”, finalizou.
     
    A abertura do 10° SIEN, aconteceu hoje no auditório de FURNAS, no Rio de Janeiro, e contou com a participação dos mais renomados nomes do setor Nuclear Brasileiro, dentre estes, representando o ministro de Minas e Energia, Alte. de Esquadra, Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Júnior, o Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético, Reive Barros; o diretor-presidente da Amazul, VA Antônio Caros Soares Guerreiro; o Secretário de Coordenação de Sistemas e do Comitê de Desenvolvimento do Programa Nuclear do Governo Brasileiro, C. Alte Antonio Capistrano de Freitas Filho; e os presidentes da Eletronuclear, Leonam Guimarães, e das Indústrias Nucleares Brasileiras, Comte. Carlos Freire Moreira. Representando a NUCLEP com o presidente C.Alte Carlos Henrique Silva Seixas, estavam os diretores Administrativo e Industrial, C. Alte Oscar Moreira da Silva Filho, e Comte. Affonso Alves, além dos gerentes Gerais de Negócios e Inteligência, Ricardo Antunes Correa, e de Produção Industrial, Ademir Antonio Fraga Ribeiro.
     
    Link para o vídeo: 
    https://bit.ly/2KwSZoO

  • Em workshop com empresas nucleares APEX destaca o setor como potencial propulsor econômico no país

    Nas figuras do Diretor Administrativo, C.Alte. Oscar Moreira da Silva Filho, e do assessor, Pedro Lepsch, a NUCLEP marcou presença nesta segunda (12.9), na sede da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, em Brasília, onde participou do workshop sobre Energia Nuclear promovido pela agência. O objetivo da APEX foi estimular uma aproximação com as empresas que atuam no segmento nuclear nacional, de forma a absorverem melhor o potencial econômico que pode resultar da produção nuclear em desenvolvimento no país.
     
    Para o presidente da APEX, C. Alte Sergio Ricardo Segovia Barbosa, o setor nuclear brasileiro só cresce e o nosso potencial de mercado é imenso. “Com tantos projetos estratégicos sendo tratados pelo país, o esforço do Governo na retomada próspera do setor e a oferta de uma expertise tecnológica diferenciada, se faz urgente a leitura clara do que é esse oferta e pode ser explorado amplamente. A indústria nacional transcende possibilidades econômicas”, disse.
     
    Durante apresentação que fez sobre a NUCLEP no evento, o Diretor Administrativo, C. Alte Oscar Moreira Filho reforçou a relevância da empresa na construção do setor nuclear brasileiro. “A NUCLEP por exemplo é diferenciada em sua qualificação, capacidade e conhecimento para a construção, recuperação e manutenção de equipamentos nucleares. Em nosso piso são fabricados alguns dos equipamentos nucleares mais importantes e estratégicos na nação.  O mesmo para Defesa, onde atuaremos na construção do primeiro submarino de propulsão nuclear do Brasil, o Almirante Álvaro Alberto. Há ainda o Reator Multiproposito Brasileiro, projeto que deverá sair do papel em breve e permitirá ao país produzir seus próprios radioisotópicos, maior volume de exames, e tratamento de doenças como o câncer, além de ampliar o atendimento em medicina nuclear. Com isso a nação será projetada a um novo patamar mundial em desenvolvimento científico e social”, afirmou.
     
    Presentes ainda ao encontro, autoridades da AMAZUL; da INB; da ABDAN; da Eletronuclear, e da Secretaria Executiva do Comitê de Desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro.

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