Noticias

  • NUCLEP é credenciada como Empresa Estratégica de Defesa

    A Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP foi credenciada como Empresa Estratégica de Defesa (EED). Trata-se de um mecanismo que garante às indústrias nacionais assim credenciadas o acesso a regimes especiais tributários e financiamentos, com o objetivo de torná-las mais competitivas, tanto no mercado interno quanto no externo.As empresas deixarão de recolher alguns impostos e contribuições para vendas ao mercado interno e terão um acompanhamento do Ministério da Defesa e da Receita Federal na regularidade fiscal. Junto com a NUCLEP, que produz os cascos resistentes para os novos submarinos, foram credenciadas pelo Ministério da Defesa empresas como a Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A (Embraer), Empresa Gerencial de Projetos Navais S.A (Engepron), Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel), Forjas Taurus, Mectron Engenharia, Indústria e Comércio S.A (Mectron/Odebrecht) e Akaer Engenharia Ltda (Akaer), entre outras. - Esse é um passo importante para a NUCLEP, pois muda as regras para a produção dos cascos resistentes de submarino, garantindo um regime tributário muito mais favorável à empresa. O credenciamento é o reconhecimento de nossa companhia como uma das grandes responsáveis pela garantia do conteúdo local em projetos estratégicos para a Nação – afirmou o presidente Jaime Cardoso. Para o secretário de Produtos de Defesa, Murilo Marques Barbosa, o credenciamento das empresas é um passo importante para a conquista da autonomia tecnológica, operacional e produtiva, como orientado pela Estratégia Nacional de Defesa e pelo Plano Brasil Maior. A expectativa é de abertura de novos mercados, criando melhores condições de competitividade no plano interno e no exterior. O credenciamentodas EEDs representa uma grande vitória, segundo Barbosa, para a consolidação da base industrial de defesa nacional. - Os investimentos em Defesa estão crescendo a nível mundial e, no caso do Brasil, precisamos considerar o interesse na proteção da Amazônia e das imensas possibilidades trazidas pelo pré-sal. Esse momento é importante por reconhecer a importância estratégica que essa indústria tem para o desenvolvimento do país – frisou o ministro da Defesa, Celso Amorim. O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), Sami Youssef Hassuani, refletiu sobre o simbolismo do evento, que reafirma o renascimento da indústria de defesa nacional, com soberania e política industrial. Hassuani ressaltou que muitas indústrias foram privatizadas e algumas foram à falência, mas, com a retomada do posicionamento estratégico do Brasil, no final da década de 90, o que foi desconstruído ao longo de dez anos, passou a ser reconstruído. - Hoje existe um plano e uma direção. O evento representa mais uma medida viabilizadora para o segmento da Defesa – concluiu Hassuani.

  • Futuro do Programa Nuclear exige planejamento estratégico

    É preciso que haja mais que simples interação dos presidentes dos órgãos envolvidos no programa nuclear brasileiro, mas uma estratégia definida das metas para o país. Essa é a visão do presidente da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A – NUCLEP, Jaime Cardoso, que acredita ser esse o momento de se criar uma diretriz de estado para o setor, definindo a participação de cada órgão para construção do novo programa. Durante a mesa sobre o presente e o futuro do programa nuclear brasileiro, durante a International Nuclear Atlantic Conference (INAC 2013), em Recife, a grande expectativa ficou em torno da criação da Agência Nacional de Energia Nuclear (Anen), que ficará encarregada da regulação do setor. Todos esperam que a nova agência, que hoje se encontra dentro da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), possa estruturar e fortalecer o segmento. Para o presidente da Eletronuclear, Othon Pinheiro, o programa nuclear brasileiro pode ser analisado como um painel de altos e baixos. Na década de 60, com o investimento pesado dos Estados Unidos e alguns países da Europa, como França e Alemanha na construção de plantas, o governo começou a planejar seu futuro nuclear. Depois, com a necessidade de se adaptar à política econômica global, o projeto transformou-se em ações pontuais de cada governo. - Depois de acompanharmos eventos específicos dentro de cada governo, acredito que agora o crescimento do setor nuclear será contínuo e sustentável. Mesmo com eventos que abalaram o segmento, como o acidente de Fukushima, o governo não parou o projeto de Angra 3, mas reforçou a análise do futuro. Esse é um sinal claro de compromisso com a diversificação da matriz energética, investindo em qualidade – garantiu Pinheiro. Ao lado do presidente da CNEN, Ângelo Padilha; da presidente da Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben), Ruth Soares Alves; do presidente das Indústrias Nucleares do Brasil, Aquilino Senra; do diretor Técnico-Comercial da Amazul, Leonam Guimarães; e dos almirantes Luciano Pagano Junior, do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) e Alan Arthou, do Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear (COGESM), Cardoso garantiu que a NUCLEP está se preparando para retomar sua missão, que era o de, fundamentalmente, atender ao programa nuclear. Hoje a empresa diversificou seu portfólio, mas continua como a principal empresa de base do país a atender as demandas de aumento de conteúdo nacional nos equipamentos para setores estratégicos do Brasil.

  • Futuro do Programa Nuclear exige planejamento estratégico

    É preciso que haja mais que simples interação dos presidentes dos órgãos envolvidos no programa nuclear brasileiro, mas uma estratégia definida das metas para o país. Essa é a visão do presidente da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A – NUCLEP, Jaime Cardoso, que acredita ser esse o momento de se criar uma diretriz de estado para o setor, definindo a participação de cada órgão para construção do novo programa. Durante a mesa sobre o presente e o futuro do programa nuclear brasileiro, durante a International Nuclear Atlantic Conference (INAC 2013), em Recife, a grande expectativa ficou em torno da criação da Agência Nacional de Energia Nuclear (Anen), que ficará encarregada da regulação do setor. Todos esperam que a nova agência, que hoje se encontra dentro da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), possa estruturar e fortalecer o segmento. Para o presidente da Eletronuclear, Othon Pinheiro, o programa nuclear brasileiro pode ser analisado como um painel de altos e baixos. Na década de 60, com o investimento pesado dos Estados Unidos e alguns países da Europa, como França e Alemanha na construção de plantas, o governo começou a planejar seu futuro nuclear. Depois, com a necessidade de se adaptar à política econômica global, o projeto transformou-se em ações pontuais de cada governo. - Depois de acompanharmos eventos específicos dentro de cada governo, acredito que agora o crescimento do setor nuclear será contínuo e sustentável. Mesmo com eventos que abalaram o segmento, como o acidente de Fukushima, o governo não parou o projeto de Angra 3, mas reforçou a análise do futuro. Esse é um sinal claro de compromisso com a diversificação da matriz energética, investindo em qualidade – garantiu Pinheiro. Ao lado do presidente da CNEN, Ângelo Padilha; da presidente da Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben), Ruth Soares Alves; do presidente das Indústrias Nucleares do Brasil, Aquilino Senra; do diretor Técnico-Comercial da Amazul, Leonam Guimarães; e dos almirantes Luciano Pagano Junior, do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) e Alan Arthou, do Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear (COGESM), Cardoso garantiu que a NUCLEP está se preparando para retomar sua missão, que era o de, fundamentalmente, atender ao programa nuclear. Hoje a empresa diversificou seu portfólio, mas continua como a principal empresa de base do país a atender as demandas de aumento de conteúdo nacional nos equipamentos para setores estratégicos do Brasil.

  • Abertura da INAC 2013 demonstra investimento no setor nuclear

    Um grande sinal de que a questão da energia nuclear está sendo, cada vez mais, discutida e desenvolvida. Essa foi a leitura de todos os participantes da abertura da Internacional Nuclear Atlantic Conference (INAC 2013), nesse domingo, no Recife Antigo, em Pernambuco. O evento, que acontece no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, reunirá mais de 734 participantes, entre brasileiros e convidados internacionais, e apresentará 700 trabalhos sobre o uso da energia nuclear no dia a dia. A proposta do encontro, que reúne cinco eventos – XVIII Encontro de Física de Reatores e Termo Hidráulica; XI Encontro sobre Aplicações Nucleares; III Encontro Nacional da Indústria Nuclear; a ExpoINAC; e os casos que serão expostos – chega num momento importante. Segundo o secretário de Desenvolvimento do Ministério de Minas e Energia, Altino Ventura Filho, o crescimento da demanda de energia no país é grande e é o momento de se discutir o investimento em matrizes renováveis. - O Brasil cresceu em 2012 cerca de 1% em sua economia, entretanto o crescimento da demanda de energia foi de cerca de 4%, obrigando o país a fazer uma projeção de dobrar sua oferta nos próximos 10 anos. Vale lembrar que na década de 90 a produção era de 2 mil megawatt (MW) por ano e em 2013 estaremos entregando 8 mil MW – frisou o secretário, garantindo que o país quer investir em todas as fontes de energia, incluindo a nuclear. Os participantes aplaudiram a parceria cada vez mais estreita com as universidades e a ampliação da discussão para outras áreas do país, saindo do eixo Rio - São Paulo. A discussão, ressaltou o presidente da Eletronuclear, Othon Pinheiro, difunde o conhecimento. O presidente da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A – NUCLEP, Jaime Cardoso, lembrou que é o momento de se redesenhar a questão energética, resgatando o programa nuclear brasileiro e levando a reboque várias empresas do setor. - Esse é um momento crucial para o país, quando se definem as soluções para a questão da matriz energética brasileira. A NUCLEP, que tem entre uma de suas principais missões a produção de equipamentos para plantas nucleares, precisa retomar esse caminho, uma vez que é uma das mais importantes indústrias de base e ficou vários anos na expectativa de definição sobre a sua participação nesse grande processo estratégico da Nação – concluiu Cardoso, aplaudido pelos participantes da INAC.

  • NUCLEP recebe novamente certificado de Empresa Cidadã

    Pelo segundo ano consecutivo a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP foi certificada pelo Conselho Regional de Contabilidade (CRC) com o selo Empresa Cidadã. Ela foi uma das 60 empresas de todo o país a receber o documento, que reafirma o compromisso com a sustentabilidade e a construção de um mundo melhor para as futuras gerações. A entidade leva em consideração as ações socioambientais e acredita que, acima de qualquer legislação, a consciência da construção de um mundo melhor é o grande diferencial dessas empresas.Para a presidente do CRC, Diva Maria de Oliveira Gesualdi, em 11 anos do projeto Empresa Cidadã o Conselho pode perceber o crescimento da conscientização dos empresários, chegando a todos os estados da federação. Crescer com responsabilidade, afirmou, é mostrar que é possível ter lucro com resíduos que, no passado, seriam descartados e hoje se percebe que ainda possuem muito a ser aproveitado.- Estamos felizes por vermos, a cada ano, mais empresas participando do processo de certificação, o que mostra o amadurecimento dos empresários e como nosso trabalho vem rendendo frutos – disse Diva.O contador Clézio dos Santos Oliveira estava animado com a segunda certificação da NUCLEP. Para ele, esse é o caminho que a empresa decidiu trilhar e não há mais volta. A cada ano a expectativa é de mostrar um melhor desempenho, consolidando a participação no projeto Empresa Cidadã e ajudando a levar a conscientização a outras empresas.- Agora nossa expectativa é receber essa certificação todos os anos – frisou Oliveira.O gerente geral financeiro da NUCLEP, Marcos Sérgio de Souza, que recebeu o certificado pela empresa, reiterou a decisão de sempre reforçar a contabilidade social como um grande ativo. Para ele, o selo de Empresa Cidadã é um grande diferencial para as empresas, por mostrar que elas também estão voltadas para a melhoria da qualidade de vida das pessoas.

  • NUCLEP recebe novamente certificado de Empresa Cidadã

    Pelo segundo ano consecutivo a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP foi certificada pelo Conselho Regional de Contabilidade (CRC) com o selo Empresa Cidadã. Ela foi uma das 60 empresas de todo o país a receber o documento, que reafirma o compromisso com a sustentabilidade e a construção de um mundo melhor para as futuras gerações. A entidade leva em consideração as ações socioambientais e acredita que, acima de qualquer legislação, a consciência da construção de um mundo melhor é o grande diferencial dessas empresas. Para a presidente do CRC, Diva Maria de Oliveira Gesualdi, em 11 anos do projeto Empresa Cidadã o Conselho pode perceber o crescimento da conscientização dos empresários, chegando a todos os estados da federação. Crescer com responsabilidade, afirmou, é mostrar que é possível ter lucro com resíduos que, no passado, seriam descartados e hoje se percebe que ainda possuem muito a ser aproveitado. - Estamos felizes por vermos, a cada ano, mais empresas participando do processo de certificação, o que mostra o amadurecimento dos empresários e como nosso trabalho vem rendendo frutos – disse Diva. O contador Clézio dos Santos Oliveira estava animado com a segunda certificação da NUCLEP. Para ele, esse é o caminho que a empresa decidiu trilhar e não há mais volta. A cada ano a expectativa é de mostrar um melhor desempenho, consolidando a participação no projeto Empresa Cidadã e ajudando a levar a conscientização a outras empresas. - Agora nossa expectativa é receber essa certificação todos os anos – frisou Oliveira. O gerente geral financeiro da NUCLEP, Marcos Sérgio de Souza, que recebeu o certificado pela empresa, reiterou a decisão de sempre reforçar a contabilidade social como um grande ativo. Para ele, o selo de Empresa Cidadã é um grande diferencial para as empresas, por mostrar que elas também estão voltadas para a melhoria da qualidade de vida das pessoas.

  • OTC Brasil 2013 investe em negócios de qualidade

    A Offshore Technology Conference (OTC Brasil 2013) investiu na qualidade. O predominante no evento foi a busca por parcerias para os novos desafios que surgirão com os campos licitados do pré-sal, como o campo de Libra, que deverá aquecer o mercado. Para a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP as perspectivas são muito boas. Com um parque industrial ímpar no país e experiência comprovada na conquista de território para o conteúdo local em equipamentos para as áreas Offshore e Óleo e Gás, a empresa acredita que, mais que prospecções, a feira trará o desenvolvimento de projetos para o mercado de exploração e refino de petróleo.           - Esse tipo de evento permite que empresas com a capacidade da NUCLEP possam iniciar entendimentos com novos e antigos parceiros, seja na construção de novos empreendimentos, seja no realinhamento de projetos futuros – frisou o Presidente Jaime Cardoso. Os elementos norteadores desse novo momento são os desafios do país, principalmente nas áreas de Offshore e Óleo e Gás, onde a NUCLEP construiu a câmara hiperbárica para o Cenpes, da Petrobras, para a pesquisa de exploração de águas profundas, e foi a primeira empresa da América Latina a construir os cascos semissubmersíveis para plataformas, entregando à Petrobras os cascos da P-51 e P-56. A OTC Brasil, em seu segundo ano, pretende ser um balizador dos novos rumos do desenvolvimento estratégico da indústria nacional face às necessidades que surgirão com o pré-sal. - A OTC Brasil é muito técnica e, como resultado, já temos reuniões agendadas com empresas nacionais e estrangeiras para prospecção de negócios - concluiu o diretor Comercial, Alexandre Gadelha.

  • NUCLEP inicia parceria com Petrobras para fabricação seriada

    A Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP iniciou uma parceria estratégica e pioneira com a Petrobras para a produção de 36 Bocas de Sino Multifuncionais (BSMFs). Os equipamentos serão usados nas unidades flutuantes de armazenamento e transferência (FPSO, da sigla em inglês) que estarão atuando em todos os novos campos que a empresa for explorar. A pedido da NUCLEP, o processo que era de 18 BSMFs, com a compra futura de mais 18, passou a ser do volume total. A expectativa é de que, no curto prazo, a Petrobras em seus novos empreendimentos venha a encomendar mais unidades, criando um processo contínuo de fabricação. Com essa conquista a empresa passa a integrar o grupo das empresas de usinagem e caldeiraria pesada que dominam a tecnologia da fabricação seriada. Por serem peças de médias proporções e de fabricação em série, as Bocas de Sino atendem no preenchimento de “janelas fabris” e de locação de pessoal, garantindo maior aproveitamento da mão de obra e mais rentabilidade em todo o processo produtivo da empresa. Essa é uma vitória que abre perspectivas de novas conquistas no futuro, diante da gama que equipamentos que serão necessários para os próximos anos. - A nova obra reitera a decisão de nacionalização dos equipamentos em áreas estratégicas para o Brasil, principalmente nos segmentos offshore e óleo e gás. A NUCLEP já está inserida nesse contexto, uma vez que foi a primeira empresa da América Latina a produzir cascos semissubmersíveis de plataforma, garantindo a qualidade da engenharia nacional – concluiu o presidente Jaime Cardoso.

  • NUCLEP inicia parceria com Petrobras para fabricação seriada

    A Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP iniciou uma parceria estratégica e pioneira com a Petrobras para a produção de 36 Bocas de Sino Multifuncionais (BSMFs). Os equipamentos serão usados nas unidades flutuantes de armazenamento e transferência (FPSO, da sigla em inglês) que estarão atuando em todos os novos campos que a empresa for explorar. A pedido da NUCLEP, o processo que era de 18 BSMFs, com a compra futura de mais 18, passou a ser do volume total. A expectativa é de que, no curto prazo, a Petrobras em seus novos empreendimentos venha a encomendar mais unidades, criando um processo contínuo de fabricação. Com essa conquista a empresa passa a integrar o grupo das empresas de usinagem e caldeiraria pesada que dominam a tecnologia da fabricação seriada. Por serem peças de médias proporções e de fabricação em série, as Bocas de Sino atendem no preenchimento de “janelas fabris” e de locação de pessoal, garantindo maior aproveitamento da mão de obra e mais rentabilidade em todo o processo produtivo da empresa. Essa é uma vitória que abre perspectivas de novas conquistas no futuro, diante da gama que equipamentos que serão necessários para os próximos anos. - A nova obra reitera a decisão de nacionalização dos equipamentos em áreas estratégicas para o Brasil, principalmente nos segmentos offshore e óleo e gás. A NUCLEP já está inserida nesse contexto, uma vez que foi a primeira empresa da América Latina a produzir cascos semissubmersíveis de plataforma, garantindo a qualidade da engenharia nacional – concluiu o presidente Jaime Cardoso.

  • NUCLEP entrega à INB, em dezembro, cilindros inéditos no país

    Mais um marco na história de uma empresa que é inovadora desde seu nascimento. Assim o diretor industrial da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP, Liberal Zanelatto, iniciou a reunião sobre os cilindros 30B e 48Y,que estão sendo construídos para as Indústrias Nucleares do Brasil (INB). A produção do equipamento, inédito na América Latina, garantirá à empresa a expertise nesse tipo de produto. Para o diretor Técnico de Enriquecimento de Urânio da INB, Arthur Paraizo Campos, os produtos deverão abrir um novo mercado para a NUCLEP, que também está produzindo cilindros 30B para o Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP). Os equipamentos, cujo projeto vem sendo acompanhado pelo Instituto Brasileiro de Qualidade Nuclear (IBQN) e pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), serão entregues em dezembro. - Já estamos com os projetos de engenharia prontos, assim como a matéria prima sendo entregue. Será um grande gol a entrega desses produtos, pois abriremos um novo mercado. Espero que esse seja o primeiro de muitos cilindros que desenvolveremos nessa parceria – concluiu Liberal Zanelatto.

Páginas