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  • NUCLEP e Firjan começam a mapear áreas para parcerias estratégicas

    Foi uma primeira reunião, mas que deixou a certeza de que o futuro reserva boas parcerias estratégicas entre a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP e a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro – Firjan. Essa pode ser a melhor definição do encontro para o mapeamento das possibilidades de ação conjunta em diversas áreas, que aconteceu na última semana e já deverá ter novos desdobramentos até meados deste mês. Para a gerente geral de Relações Institucionais, Marília Kairuz Baracat, essa conversa é resultado de uma idéia que surgiu durante a Offshore Technology Conference (OTC), em Houston, no mês de maio. Nesse primeiro momento sentaram à mesa, pela NUCLEP, gerentes do Centro de Treinamento Técnico (ITT), do Meio Ambiente, da Segurança do Trabalho, da Medicina do Trabalho e um representante da produção. Pela Firjan, representantes das áreas Ambiental, Relação com Empresas, Serviços Tecnológicos e de Qualidade de Vida. - Essa é uma primeira reunião, que certamente levará a boas parcerias para ambos. Em cada feira e evento buscamos o que pode ser desenvolvido em prol de nossa empresa, em melhoria para os nossos trabalhadores – frisou o diretor Administrativo Paulo Roberto Braga, que vem participando das conversas desde os Estados Unidos. O gerente do Centro de Tecnologia SENAI Ambiental, Paulo Roberto Furio, ainda durante a visita ao ITT, animou-se com a possibilidade de construir junto com a escola um projeto de modernização e atualização tecnológica, buscando linhas de financiamento que atendam às necessidades da empresa. Consciente do trabalho que já vem sendo desenvolvido, principalmente nas áreas Ambiental e de Medicina do Trabalho, Furio acredita que existam mais portas a serem abertas em todas essas áreas, garantindo sempre a melhoria da qualidade de atendimento ao trabalhador. A Firjan, por exemplo, tem buscado no estado parceiros para desenvolvimento de novos produtos, em sintonia com as demandas apresentadas durante a OTC. Furio explicou que algumas palestras em Houston abriram portas para o desenvolvimento de tecnologias inovadoras no mercado nacional, em parceria com grandes players estrangeiros da área de óleo e gás. - Temos muitas possibilidades que podem ser mapeadas e desenvolvidas. Tenho certeza de que esse primeiro passo foi importante e irá se transformar em conquistas, principalmente, para os trabalhadores. Tenham certeza de que o foco das parcerias será sempre ampliar a qualidade da NUCLEP – concluiu Furio.

  • NUCLEP participa de pesquisa da ABDI sobre Empresas Estratégicas de Defesa

    Mapear as Empresas Estratégicas de Defesa (EEDs) e descobrir a realidade de cada uma, com suas perspectivas para o mercado que se abre com a regulamentação das empresas. Esse é o foco da pesquisa que está sendo coordenada pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), visitando as primeiras empresas a receberem a certificação, entre elas a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A - NUCLEP. As informações servirão como base para as diretrizes que serão definidas para as empresas do segmento pelos ministérios da Defesa; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio; da Ciência, Tecnologia e Inovação; e Planejamento, Orçamento e Gestão, com informações mais próximas da realidade das empresas. Os pesquisadores buscam identificar os desafios e as perspectivas de cada uma, assim como pontuar as possibilidades de crescimento no mercado. Para o diretor industrial da NUCLEP, Liberal Zanelatto, esse estudo é de extrema importância, por oferecer à Nação um perfil desse novo segmento. No caso da NUCLEP, ele lembrou que a questão estratégica ultrapassa a construção dos cascos de submarinos. Liberal explicou, por exemplo, que os equipamentos para as usinas nucleolétricas são estratégicas, assim como os diversos projetos desenvolvidos no parque industrial de Itaguaí, como os cascos semissubmersíveis para as plataformas P-51 e P-56, até então produzidas no exterior; e os cilindros 30B e 48Y, para transporte de elemento combustível das usinas nucleares e depósito de resíduos, respectivamente, que eram comprados fora do país. - A questão estratégica ultrapassa o submarino, já que podemos dizer que a área nuclear também é ligada à defesa da soberania do país. Esse estudo será de grande importância para balizar o desenvolvimento de nossa indústria nas próximas décadas – frisou o diretor industrial. O especialista em Desenvolvimento Produtivo nos segmentos Aeronáutico, Defesa e Espacial, da ABDI, Antônio Tafuri, disse que a proposta é criar um material que possa dar suporte ao planejamento da política industrial com informações mais precisas. - Esse será um estudo inédito no segmento, capaz de oferecer um retrato do setor para o governo. Ele permitirá que se estruturem políticas que atendam as empresas e garantam o desenvolvimento das empresas de defesa. O aprofundamento da pesquisa criará uma ferramenta importante para a promoção de ações governamentais que construam um novo horizonte para o mercado estratégico – concluiu Tafuri.

  • Treinamento mostra que sustentabilidade começa nas compras

    Dar as ferramentas necessárias para que o setor de Compras da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP possa buscar produtos que atendam aos critérios de Sustentabilidade. Essa foi a preocupação da palestra Compras Públicas Sustentáveis e Compras Compartilhadas, que integra a política de treinamento da empresa na busca permanente de uma gestão mais eficiente. Para a gerente de Meio Ambiente, Viviane Montebello, a NUCLEP já inclui critérios de sustentabilidade como anexo aos contratos, entretanto é necessário que os gestores façam cumprir esses critérios e tenham um pensamento sustentável em todo o processo. Ela afirmou que gestores e fiscais tem por obrigação fazer uma avaliação crítica de seus processos de compra. - Quando eu pensar em comprar um produto é necessário buscar opções que causem menor impacto. Capacitar os gestores para pensar a sustentabilidade em todo o processo é a nossa preocupação, alinhando cada vez mais a prática em nosso dia a dia com as diretrizes e metas do Plano de Logística Sustentável (PLS) – ressaltou Viviane. Convidado para falar sobre o assunto, o responsável pela área de Compras do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Paulo Sérgio Rocha de Ornelas, órgão do Ministério do Meio Ambiente, começou desmistificando o critério preço como entrave para as melhores práticas. Ele apresentou um modelo de compra sustentável de 48 itens de material de expediente, compartilhado com dez órgãos da administração federal. - Não temos dados, mas a idéia de que produtos sustentáveis são mais caros pode ser real se a compra for isolada. Quando se compra em grande escala o custo do material cai significativamente e não ultrapassa o valor de uma compra tradicional. Hoje em dia a mentalidade é a de que o ganho econômico precisa ser pensado em conjunto com o ambiental e o social – frisou Ornelas. O diretor Administrativo e gestor do PLS, Paulo Roberto Braga, agradeceu, em nome do presidente Jaime Cardoso, a participação dos responsáveis pela área de Compras de diversas instituições, como Unirio, Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia (Into), Prefeitura de Nilópolis e o próprio Jardim Botânico, entre outros. Ele afirmou que essa troca de experiências enriquece o serviço público e garante o uso eficiente dos recursos em produtos que não causem impactos ao meio ambiente. Ele ressaltou a preocupação da NUCLEP em buscar sempre políticas que garantam preço e qualidade.

  • NUCLEP reforça participação na maior feira offshore do mundo

    A cada ano a Offshore Technology Conference (OTC), em Houston, nos Estados Unidos, ganha mais projeção como a principal feira da área de óleo e gás do mundo. Pelo sétimo ano consecutivo a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP participou do evento, com a perspectiva de ganhar mercado com a qualidade de seus produtos e a capacidade de produção e escoamento de grandes peças.Para a gerente geral de Relações Institucionais, Marília Baracat, essa é uma feira onde estão presentes todos os players do mercado, o que facilita o acesso às empresas que estão desenvolvendo projetos em todo o mundo. Segundo dados da OTC, a feira esse ano contou com a participação de 2.568 empresas, representando 43 países, sendo que as empresas internacionais foram responsáveis por 44% dos expositores.- Essa é uma feira que vem ganhando importância a cada ano, consolidando sua posição de principal centro de negócios na área de óleo e gás no mundo. Nossa participação visa não apenas reforçar a marca NUCLEP nesse mercado, mas construir um futuro promissor no segmento offshore – frisou Marília.O Pavilhão Brasil, que reúne hoje 45 empresas nacionais, já faz parte da OTC há 16 anos e tem perspectivas de ampliação de seu espaço para o próximo ano, diante da procura das empresas. A cada ano o Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), que coordena o Pavilhão, investe na inclusão de empresas que representem os setores de bens e serviços no segmento offshore, assim como fornecedores e indústrias.   O gerente de Vendas, Carlos Barbosa, ressaltou que a participação da NUCLEP na feira reforça, a cada ano, a marca a nível mundial. Na OTC é possível ter contato com fornecedores de materiais e serviços especiais, cada vez mais utilizados nos equipamentos produzidos pela empresa. As novas tecnologias de exploração de petróleo exigem um aperfeiçoamento contínuo da indústria, sempre buscando inovar em seus produtos, de acordo com as necessidades do mercado.- Participar da OTC permite que estejamos juntos dos mais importantes profissionais e das maiores empresas na apresentação de novos produtos e tecnologias. Também permite a prospecção de negócios junto a empresas de projeção global, visando parcerias e novos empreendimentos – afirmou Barbosa.Essa visão também é compartilhada pelo diretor Administrativo, Paulo Roberto Braga. A presença de diretores das empresas na OTC ajuda na rapidez das tomadas de decisões, agilizando conversas e contatos. No caso do Pavilhão do Brasil, há uma sintonia perfeita entre todas as empresas participantes, muito mais afinada que em eventos em território brasileiro.- Os resultados são sempre muito bons na OTC, pela participação de tomadores de decisões. Isso facilita o relacionamento e permite que os contatos gerem frutos, como perspectivas de contratos importantes para a NUCLEP – concluiu o diretor.

  • NUCLEP comemora 34 anos reforçando investimentos em qualificação e produtividade

    São 34 anos de preocupação com a qualificação de seus trabalhadores e a qualidade de sua produção. Nas comemorações de seu aniversário a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP reiterou esse norteador, inaugurando um Laboratório de Informática, que servirá para o treinamento dos jovens aprendizes e a qualificação permanente do corpo profissional da empresa, além de uma moderna máquina de corte de chapa, que otimizará todo o processo de produção. Para o presidente Jaime Cardoso, esse é um momento de celebrar as conquistas, que vão desde a criação de um fórum de discussão e busca de soluções para os problemas da empresa, até os novos equipamentos que estão trazendo a NUCLEP para o século 21. Ele ressaltou que o foco sempre foi melhoria da qualidade de trabalho, já que os trabalhadores são o principal ativo da empresa. - Estamos investindo na modernização do parque fabril, mas nosso foco são os trabalhadores, porque máquinas, se quebrarem, nós consertamos. Seres humanos são um bem maior, sem peças de reposição. Por isso nossa opção ao buscar novas ferramentas para melhorar a nossa capacidade produtiva leva sempre em consideração o ganho para os trabalhadores – afirmou Cardoso durante a inauguração da máquina Messer, no Galpão Auxiliar. A sexta-feira começou com o diretor Industrial Liberal Zanelatto fazendo um balanço das conquistas da NUCLEP com o Fórum de discussões sobre a empresa, que reúne, semanalmente, profissionais de diversas áreas, assim como representantes da Associação de Empregados da NUCLEP (AEP) e do Sindicato dos Metalúrgicos, para buscar soluções para os problemas levantados. Uma conquista para o sistema de gestão da empresa, o Fórum já deu resposta a uma série de questões de grande relevância, priorizando as ações que são mais sensíveis aos trabalhadores. - É importante lembrar que, aquilo que começou como uma simples reunião, hoje é uma importante ferramenta de gestão da empresa e vem contribuindo para a construção de uma NUCLEP melhor para todos. Essa é uma conquista importante, já que trabalha de forma colegiada as soluções para questões fundamentais para todos nós, como a busca de melhoria do abastecimento de água, obras fundamentais para a infraestrutura da empresa, entre outros – ressaltou Liberal. No Laboratório de Informática, que recebeu recursos da Emenda Parlamentar do deputado federal por São Paulo, Vicente Cândido, o gerente geral de Tecnologia da Informação, Márcio Girão, emocionou-se ao frisar que a maior importância desse tipo de obra é possibilitar a formação de pessoas, de cidadãos, com sonhos de um futuro melhor. O gerente do Centro de Treinamento, Rodolfo Guedes, lembrou que o espaço é destinado não apenas aos aprendizes, mas será de grande valia para o processo de qualificação continuada que a NUCLEP persegue, oferecendo aos profissionais as ferramentas mais modernas para um aprendizado perfeito. O próximo passo foi o início de operação da nova máquina de corte, com tecnologia diferente de tudo o que existe hoje na empresa. Conectado à rede, o novo equipamento permitirá mais agilidade no desenvolvimento dos processos e na produção, assim como se conecta aos requisitos de rastreabilidade exigidos nos mercados nacional e internacional. Essa é a primeira máquina dentro dos padrões de modernização que a NUCLEP vem buscando. - Essa é uma máquina que traz a NUCLEP para o século 21, pois alia os conceitos de ganho de produtividade com qualidade ambiental. Por ter corte submerso diminui a intensidade da luminosidade do corte, o que pode levar os trabalhadores a terem problemas de visão. Da mesma forma, diminui a quantidade de fumaça que vai para o meio ambiente – frisou o assessor da Diretoria Industrial, Arlindo Falco. O encerramento ficou por conta de um almoço especial, onde o presidente Jaime Cardoso agradeceu aos trabalhadores o empenho na construção de uma NUCLEP a cada dia mais forte. Ele lembrou que há 10 anos a empresa tinha poucas perspectivas e, desde então, investiu na diversificação de seu portfólio, mostrando a qualidade do trabalhador brasileiro em responder às demandas impostas pela Nação.

  • Qualificação é diferencial para o mercado

    Estar atenta ao mercado e preparada para atender a todos os segmentos com o profissional melhor qualificado. Essa, na visão do gerente geral de Contratos da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP, Carlos Frederico Figueiredo, é o grande diferencial de empresas que são referência no mercado, atendendo com qualidade a todas as áreas de atuação e sempre focando nas oportunidades futuras. Durante o 5º Seminário Internacional de Energia Nuclear, em Botafogo, na Zona Sul da capital fluminense, Figueiredo alertou que a falta de contratos não pode influenciar a formação dos profissionais. Ele ressaltou que, apesar da indefinição sobre os rumos do programa nuclear brasileiro, a NUCLEP mantém sua preocupação com as certificações internacionais, garantindo que, a qualquer momento que venha a ser procurada, esteja com todos os seus processos de fabricação atualizados. - O grande problema apontado é falta de mão de obra qualificada e, para isso, mesmo que não existam contratos, é preciso que se capacite os profissionais. Não dá para esperar a definição dos rumos para começar esse trabalho. Se temos a expectativa de novas usinas em operação em 2025, já estamos atrasados na qualificação – frisou Carlos Frederico Figueiredo. Ele apresentou em sua palestra um resumo do que torna a NUCLEP um centro de excelência internacional. Com posição logística privilegiada, inclusive com terminal portuário privativo, a empresa hoje é sinônimo de conteúdo local de alto valor agregado em todos os projetos estratégicos para a Nação, como cascos de submarinos, equipamentos para usinas nucleoelétricas e vasos de pressão especiais.

  • ANP e Petrobras vistoriam obras na NUCLEP

    Itaguaí, 15 de Abril - Representantes da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e da Petrobras fizeram na última semana vistoria nas obras que estão executadas na Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A – NUCLEP, no parque industrial, em Itaguaí. A proposta era conhecer a estrutura da indústria e acompanhar o andamento da fabricação das 36 bocas de sino multifuncionais - BSMF de 48 polegadas, que serão utilizadas em unidades flutuantes (P-76 e P-77) de armazenamento e transferência (FPSO, da sigla em inglês) na área do pré-sal. Segundo a ANP, esse tipo de vistoria é rotineira, a fim de verificar a conformidade do enquadramento dos municípios de todas as regiões produtoras de petróleo e gás natural. Essas informações são importante subsídio para determinar a parcela de royalties que os municípios irão receber, e, neste caso em especial, o município de Itaguaí, onde está localizada a NUCLEP. O diretor industrial da NUCLEP, Liberal Zanelatto, lembrou que a empresa está sempre atendendo às demandas estratégicas do país, mostrando a capacidade da engenharia nacional. Ele lembrou que saíram do parque industrial de Itaguaí os primeiros cascos semissubmersíveis para plataformas, produzidos na América Latina, assim como uma câmara hiperbárica para o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes). Participaram da visita, pela ANP, o superintendente Carlos Alberto Xavier Sanches, além dos técnicos Antonio Fernando Bueno de Camargo e Carolina de Carvalho Santos. Da Petrobras vieram Diana Souza Inhaquite, Leandro Luiz Tomio Maldonado, Tamer Salmem e Patrícia Helena Ferreira.

  • Nota Oficial

    A Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A – NUCLEP esclarece que o ônibus da Viação Breda, que capotou na Rodovia BR-101, altura do Distrito Industrial de Santa Cruz, na manhã desta segunda-feira (14/04), não possuía funcionários da NUCLEP. Trata-se de um veículo fretado pela Empresa Brasileira de Engenharia S.A (EBE), do Grupo MPE. A NUCLEP se solidariza com todos os trabalhadores e suas famílias, reiterando a necessidade de mais segurança em nossas rodovias.

  • NUCLEP abre 62 vagas para os níveis Fundamental, Médio e Superior

    Itaguaí, 07 de Abril- A Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A – NUCLEP abriu concurso para o preenchimento de 62 vagas, além de cadastro de reserva, nos níveis Fundamental, Médio/Técnico e Superior. O prazo para pedir a isenção do pagamento da taxa de inscrição – de R$ 45, R$ 74 e R$ 100, respectivamente – vai até a quarta-feira. O concurso tem validade por dois anos, com possibilidade de renovação por mais dois. As provas acontecerão no dia 18 de maio e a homologação final do concurso está programada para o dia 26 de junho. As inscrições deverão ser feita pela internet, pelo portal http://concursos.biorio.org.br desde às 9h desta segunda-feira (07 de abril) até às 23h59 do dia 27 de Abril, observando o horário oficial de Brasília. O pagamento da taxa de inscrição, gerada após a conclusão da inscrição no concurso, poderá ser paga até o dia 28 de Abril. Os salários iniciais vão de R$ 1.524,26 a R$ 6.559,65, além de benefícios como assistência médico/hospitalar e odontológica (com carência de 90 dias e em conformidade com a legislação); alimentação no local do trabalho (subsidiada); transporte limitado aos municípios de Belford Roxo, Duque de Caxias, Itaguaí, Japeri, Mangaratiba, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Petrópolis, Rio de Janeiro, São João de Meriti e Seropédica, obedecendo as linhas e itinerários já estabelecidos pela empresa; seguro de vida em grupo; plano de previdência privada fechada contributiva (conforme legislação específica); e complementação salarial de auxílio doença. O edital do concurso está disponível no endereço http://www.nuclep.gov.br/concursopublico

  • Rio de Janeiro é o primeiro estado a consolidar seu Fórum de Gestores

    Em uma reunião, coordenada pela ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, o Rio de Janeiro formalizou hoje a consolidação de seu Fórum de Gestores Federais. A proposta é buscar uma sintonia mais fina não apenas entre os órgãos, mas com os estados e municípios, a fim de servir de canal de interlocução entre o governo federal e a população. A ministra contou que, em Mato Grosso, os órgãos uniram-se às universidades e construíram um plano de saneamento básico para 108 municípios. Encontrar soluções práticas para questões estratégicas dos estados é o grande desafio dos fóruns estaduais, que passarão a trocar experiências através de videoconferências que acontecerão mensalmente, sempre coordenadas pela ministra e com temas sensíveis a grande parte da população. - Os fóruns precisam encontrar seus caminhos, já que ninguém quer vir a reuniões para ficar apenas na conversa. O Rio de Janeiro, por já ter sido capital, tem um perfil diferenciado, com grande número de órgãos com central aqui, mas abrangência nacional. Acho que a proposta de criação de comissões setoriais pode ser um caminho interessante – frisou a ministra. A proposta é que, a partir do dia 24 de Março, mensalmente, a cada última segunda-feira de cada mês, aconteçam as videoconferências. Nessa primeira serão abordados o Pronatec e o Pronacampo, importantes programas na área de qualificação profissional que, muitas vezes, não são reconhecidos nos estados como uma fonte de formação de mão de obra. A ideia é que cada sessão trabalhe temas que afetam diretamente a população, pela falta de informação na ponta, já que os principais órgãos gerenciadores desses programas não possuem superintendências regionais. Ficou definido ainda que, a partir do dia 16 de Maio, haverá oficinas de planejamento para os fóruns, sendo o Rio de Janeiro o primeiro estado a definir sua participação. O Rio saiu na frente na análise do projeto de lei que pretende mudar a Lei das Licitações e Contratos, Nº 8.666/93, uma vez que a atual legislação engessa o serviço público. Numa primeira discussão no Fórum fluminense o projeto, que é de autoria do deputado José Guimarães, do Ceará, foi visto como uma boa alternativa. - O Rio de Janeiro poderá enviar suas posições para Brasília, onde estamos trabalhando com Medidas Provisórias que estendem o Regime Diferenciado de Contratação – RDC para alguns setores. A discussão de alternativas à Lei das Licitações é importante para que possamos construir novas propostas – defendeu a ministra. Para a gerente geral de Relações Institucionais e Comunicação da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP, Marília Baracat, que apresentou um relatório sobre as ações do Fórum ao longo de seu primeiro ano de existência, o grupo achou um caminho. Do “choro” das primeiras reuniões à busca de soluções foi um caminho relativamente curto, principalmente pela grande quantidade de empresas com perfis e realidades totalmente diversas. A gerente regional de Governo da Superintendência da Caixa Econômica Federal no Rio de Janeiro, Louise Dias, lembrou que os gestores fluminenses querem servir de canal entre o governo federal e a população, reforçando a presença da União no dia a dia do estado, assim como espera ser também um canal de transmissão dos anseios do povo ao governo. - As primeiras reuniões foram de muito choro, mas durante o processo fomos criando uma nova dinâmica, com pautas específicas. Hoje temos apenas 31% dos órgãos participando ativamente, mas tenho certeza de que outros irão se agregar. Os desafios são grandes, mas temos consciência da capacidade do grupo em oferecer um trabalho de qualidade – ressaltou Marília. Participaram do encontro, além da ministra, e das gerentes Marília Baracat e Louise Dias, o presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso; Ernandes Macário e Darci Pasqualotto, da Secretaria de Relações Institucionais (SRI); Jalisson Lage, o diretor de Infraestrutura Social, Meio Ambiente, Agropecuária e Inclusão Social, Guilherme Lacerda, e o chefe de gabinete do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Sérgio Gusmão; Ana Caldas e o superintendente da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), Eduardo Fonseca de Moraes; José Antonio Castellano, da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM); Marcelo Del Rei e Ademir Tardelli, do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI); Rosana Alcântara e Ediney Sanchez, da Agência Nacional do Cinema (Ancine); Thiago Paiva Chaves, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM); Ricardo de Castro Lima e Alexandre Jorge Esteves, da Escola Superior de Guerra (ESG); Manoel Aguinaldo Guimarães, da Eletrobrás; Claudio Negrão, da Transpetro; e as professoras Rosangela Gomes e Maria do Rosário Leão, da Uni-Rio.

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