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  • Presidente da SBPC quer conhecer pesquisas da NUCLEP

    A presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, ressaltou hoje, durante visita ao estande da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A (NUCLEP) seu interesse em apoiar a empresa que é conhecida como centro de excelência tecnológica. A professora frisou que é um orgulho para o país ter uma indústria com esse porte e com a diversidade de áreas de atuação da NUCLEP, voltada também para o desenvolvimento estratégico do Brasil.Helena Nader, que reiterou durante a abertura da 65º SBPC a necessidade das indústrias aproximarem-se mais dos centros científicos, a fim de desenvolverem pesquisa e novos produtos, quer conhecer o Centro de Treinamento Técnico (ITT). Ela adiantou que é importante ver os projetos que estão sendo desenvolvidos e construir um portfólio de novas oportunidades para os profissionais.- Será um orgulho visitar a empresa e ver o que está sendo desenvolvido na área de treinamento e pesquisa. A NUCLEP é um exemplo da empresa que o Brasil precisa, com um processo de qualificação permanente e áreas de pesquisa e produção, investindo em inovação e tecnologia e garantindo a ampliação do conteúdo local em projetos estratégicos para o país – afirmou Helena Nader.O ITT tem importância histórica como a primeira escola a ser construída dentro de um parque fabril, em 1980, referência para a criação do programa Escola de Fábrica, de 2004, pelo governo federal. Hoje, além da formação dos jovens profissionais, atua como centro de qualificação permanente dos trabalhadores, com um cronograma de cursos que atendem a todas as áreas de atuação da fábrica.O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a rede internacional para pesquisadores Euraxess também vislumbram possibilidades de fomento a projetos e pesquisas dentro da NUCLEP. Ambos esperam conhecer melhor as oportunidades de investimento em pesquisa e ajudar no direcionamento de bolsas de estudos ou parcerias científicas para o desenvolvimento de novos produtos.

  • Gestores federais discutem forma de buscar sintonia entre si e com municípios

    A busca de um espaço, onde todas as empresas federais no Rio de Janeiro possam construir uma interface mais direta entre si e com os municípios. Essa foi a tônica da reunião do Fórum de Gestores Federais no Rio de Janeiro, que aconteceu nessa terça-feira (28/05), no parque industrial da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A (NUCLEP), em Itaguaí. A proximidade dos gestores reforça a estrutura federal no estado.
     
    Para o representante da ministra de Relações Institucionais, Manoel de Araújo Sobrinho, a cada reunião torna-se mais forte o elo entre os órgãos federais, com a construção de propostas e caminhos que permitem a agilidade em diversos processos. Ele reiterou que a ministra e a presidente Dilma Rousseff estão acompanhando com atenção o desenvolvimento dos fóruns estaduais, certos de que eles, como braços do governo, tornarão as respostas necessárias mais ágeis.
     
    - A cada reunião percebemos o fortalecimento dessa estrutura do governo federal nos estados. Nosso trabalho agora é criar mecanismos que possibilitem uma melhor interação entre os órgãos, como representantes da União no estado, com os municípios. Acho que o caminho é esse e está sendo traçado com precisão – frisou Manoel de Araújo Sobrinho.
     
    O presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso, concordou que essa união fortalece a presença federal no estado e acrescentou que irá evitar desgastes burocráticos tão comuns em ambientes de governo. Para ele, a partir de agora, problemas cujas soluções envolvam dois ou mais órgãos poderão ser resolvidos com mais celeridade, de forma mais precisa e que mostre a unidade das entidades federais no estado.
     
    - A partir de agora a conversa passa a ser olho no olho, sem a burocracia dos papéis que tiram a agilidade das respostas que a população precisa. Esse fórum nasce vencedor, por agregar todos os segmentos federais na construção dessa nova realidade – comemorou Cardoso.
     
    Já nessa segunda reunião – a primeira foi no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no dia 24 de abril – surgiram propostas de criação de câmaras setoriais, a fim de discutir problemas comuns a áreas específicas. Também houve o estímulo a debates bilaterais, criando canais para a solução de problemas pontuais.
     
    O superintendente regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), Gustavo Souto de Noronha, sugeriu que o fórum possa percorrer as diversas regiões do estado, reforçando a presença federal e dando acessibilidade a prefeitos que hoje não conhecem a estrutura federal em sua totalidade. Para ele, além dos bancos oficiais, muitos municípios conhecem apenas órgãos como a Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa), a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e outros órgãos ligados ao setor rural.
     
    A coordenação do Fórum de Gestores federais no Rio de Janeiro ficou por conta da gerente geral de Comunicação e Relações Institucionais da NUCLEP, Marília Kairuz Baracat; da superintendente da Caixa Econômica Federal, Nelma Tavares; do delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário, José Octávio Fernandes; do superintendente regional do INCRA, Gustavo Souto de Noronha; do diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Guilherme Lacerda; e do presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Pedro Barbosa. A próxima reunião do Fórum será dia 4 de Julho, na sede do BNDES, às 10h, no Centro do Rio.
     
    Participaram da reunião, que contou ainda com uma visita ao parque industrial da NUCLEP, o representante da ministra, Manoel de Araújo Sobrinho; o presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso; a gerente geral de Comunicação e Relações Institucionais da NUCLEP, Marilia Kairuz Baracat; o chefe da divisão de Planejamento e Monitoramento do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), Arcadio de Paula Fernandez; a superintendente da Caixa Econômica Federal, Nelma Tavares; o assessor do presidente da Eletronuclear, Armindo D´Ascenção Silva; o superintendente do INCRA, Gustavo Souto de Noronha; os chefes de Divisão do Ministério de Aquicultura e Pesca, Marco Antonio Faria e Bernardino da Silveira Borges; o delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário, José Octávio Fernandes; o diretor de Transporte Marítimo da Transpetro, Agenor Cesar Junqueira Leite; o diretor executivo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Nuno Duarte da Costa Bittencourt; o diretor de Marketing e Recursos Humanos do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), Carlos de Paula; o chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa, Murilo Freire Junior; superintendente de Negócios e Governo do Banco do Brasil, Luiz Claudio Batista; do diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Alberto Morais; e o delegado da Polícia Federal, Antenor Gimenez da Silva.
     
    Fonte:NUCLEP
  • NUCLEP prorroga concurso para Caldeireiro e Soldador até 2014

    A Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A (NUCLEP) prorrogou até 2014 o edital NCP-001/2012, para a contratação de caldeireiros e soldadores. A publicação da prorrogação do edital aconteceu no dia 29 de maio, no Diário Oficial da União, e reitera os requisitos básicos para a contratação dos profissionais que atuarão no parque industrial da empresa, em Itaguaí. É necessário que o profissional tenha sido aprovado e classificado no concurso público; seja brasileiro ou, em caso de ter nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses, com reconhecimento de direitos políticos; estar quite com as obrigações eleitorais; estar quite com as obrigações militares, para candidatos do sexo masculino; encontrar-se em pleno gozo de seus direitos políticos e civis; não ter sofrido, no exercício de função pública, penalidade incompatível com admissão em emprego público; entre outros requisitos. As atribuições específicas para Caldeireiro são executar tarefas relativas à planificação, desenvolvimento, planejamento, montagem e ponteamento de peças e componentes de caldeiraria; utilizar ferramentas manuais, máquinas e equipamentos; preparar as soldas e peças para "END", montagem, acabamento de concordância, bem como a contra solda de peças; utilizar instrumentos de medição e leitura de desenhos. Já para o Soldador são executar tarefas relativas à soldagem de componentes ou estruturas de materiais metálicos similares ou dissimilares, qualificado em no mínimo dois processos de soldagem; controlar a temperatura de interpasse; efetuar o preparo de máquinas e equipamentos necessários à execução de suas tarefas; manter limpo e organizado o local de trabalho; assim como interpretar a simbologia de soldagem. Para ambas as profissões a exigência é de Ensino Fundamental completo. O salário base inicial é de R$ 1.939,13 e a empresa oferece ainda transporte, plano de saúde próprio e alimentação. A carga semanal de trabalho é de 44 horas. Fonte:NUCLEP

  • Nuclear

    A NUCLEP foi criada em 1975 para atender ao Programa Nuclear Brasileiro. Nesse segmento foi responsável pelo fornecimento de equipamentos pesados para a usina nuclear Angra 2, sendo três Condensadores, seis Acumuladores e racks supercompactos; pela fabricação de dois Geradores de Vapor substitutos para a usina Angra 1; pelo fornecimento do Pressurizador de Angra 3; pelo fabricação do Vaso de Pressão do Reator da usina Atucha 1 – Argentina; pelo fornecimento de dois Contadores de Radiação de Corpo inteiro - “Whole Body Unit” - sendo um para o Governo de Cuba e um para o Governo Brasileiro – CNEN; e pelo o fornecimento do Vaso de Pressão do Reator do LABGENE do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo. Atualmente, a NUCLEP tem contratos para o fornecimento de tanques para o Laboratório de Geração Nucleoelétrica - LABGENE, para o fornecimento de três Condensadores e seis Acumuladores para a usina Angra 3, para o fornecimento do Vaso de Pressão do Reator e dois Geradores de Vapor para a unidade de propulsão de submarino e de cilindros para o transporte de UF6 para as Indústrias Nucleares do Brasil e Fundação Pátria – Marinha do Brasil. NUCLEP was created in 1975 to assist the Brazilian Nuclear Program. In that segment was responsible for the providing of heavy equipments for the Angra 2 nuclear plant, with three Condensers, six Accumulators and super-compact racks; for the production of two substitute Steam Generators for Angra 1 plant; for the providing of the Angra 3 Pressurizer; for the production of the Pressure Vessel of the Atucha 1 plant Reactor - Argentina; for the providing of two Whole Body Unit Radiation Counters being one for the Cuban Government and one for the Brazilian Government- CNEN; and for the providing of the LABGENE Reactor Pressure Vessel of the Navy Technological Center in São Paulo.Nowadays, the NUCLEP has contracts for the providing of tanks for the Electronuclear Generation Laboratory - LABGENE, for the providing of three Condensers and six Accumulators for the Angra 3 plant, for the providing of the Reactor Pressure Vessel and two Steam Generators for the submarine propulsion unit and cylinders for the UF6 transportation for the Brazilian Nuclear Industries and Pátria Foundation –Brazilian Navy.

  • NUCLEP INAUGURA AUDITÓRIO EM GRANDE ESTILO

    Um espaço multimídia, que atenda às necessidades e prioridades da empresa na busca contínua de qualificação de seus trabalhadores. Assim foi apresentado o novo auditório da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A (NUCLEP), no parque industrial, em Itaguaí. O projeto compreendeu ainda a construção de salas de reunião e oficinas, garantindo uma melhor otimização do espaço.Para o presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso, a inauguração do auditório foi a concretização de um antigo sonho, uma vez que a empresa, referência na indústria de base, precisava de um espaço com qualidade para atender a treinamentos e palestras. Mais que um lugar confortável, representa o compromisso da empresa com a formação de sua mão de obra e a construção de um ambiente ideal para esse objetivo.- Agradeço a todos que colaboraram para que esse sonho tornasse realidade. É importante ressaltar que esse auditório é um espaço onde iremos trabalhar para a construção de uma empresa cada vez melhor e mais forte – frisou Jaime Cardoso.O almirante de esquadra José Alberto Fragelli, coordenador do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), elogiou a parceria entre NUCLEP e Marinha, lembrando que essa é uma história antiga. Saíram de Itaguaí alguns componentes para o Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), que está desenvolvendo o projeto do reator nuclear para o futuro submarino. Além disso, também foram construídos pela empresa os cascos de quatro submarinos, com tecnologia alemã, que fazem a patrulha das águas brasileiras.- A NUCLEP é de extrema importância para o país e a parceira perfeita para grandes projetos estratégicos como o do submarino. Vivemos num país que foi descoberto pelo mar; onde 95% dos produtos chegam por mar, segundo dados de 2010; e que possui uma costa de grande importância. É essencial que o país invista na construção de embarcações. E, no caso dos submarinos, precisamos de um patrulhamento de qualidade e eficiência – afirmou o almirante Fragelli, recebendo das mãos do soldador Marcos César Fernandes Gregório, que trabalha há 16 anos na NUCLEP, um presente em nome de todos os trabalhadores.Já o contra-almirante Alan Paes, da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear (COGESM), apresentou uma visão mais técnica de todo o projeto, mostrando a importância de sua realização. Ele pontuou os trabalhadores que foram enviados para a França e as áreas onde foram qualificados, a fim de apreenderem todas as informações para a construção de uma literatura específica, capaz de permitir ao país a construção de outras embarcações nos próximos anos. Sobre a transferência de tecnologia, o contra-almirante Paes reiterou que ela fica mais difícil conforme aumenta o grau de inovação.- A qualidade do casco do submarino é de extrema importância e nossos trabalhadores, tanto da Marinha, quanto da NUCLEP, tiveram toda a assistência da DCNS francesa. Entretanto, fomos buscar também a qualificação em sonar e demais equipamentos vitais para o sucesso de um submarino. Nesses casos a transferência precisa ser feita à base de sucção, pois há alguma resistência em abrir essas informações – afirmou o contra-almirante.Durante a inauguração, o gerente geral de Recursos Humanos, Marco Maranhão, responsável pela construção do auditório, agradeceu a trabalhadores que tiveram extrema importância no sucesso da obra. O gerente de Logística, Francisco Moreira; o supervisor de Manutenção Civil, Ricardo Durães; e os engenheiros Cassiano Crivano e Ludimilla Lucena foram homenageados pelo gerente geral, pela rapidez e cuidado com cada detalhe do projeto.

  • Defesa / Defense

    Em 2013 a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP foi credenciada pelo Ministério da Defesa como uma das primeiras Empresas Estratégicas de Defesa (EEDs) do país. Trata-se de um mecanismo que garante às indústrias nacionais assim credenciadas o acesso a regimes especiais tributários e financiamentos, com o objetivo de torná-las mais competitivas, tanto no mercado interno quanto no externo.

    Na construção naval, a NUCLEP se destacou com a fabricação, para a Marinha do Brasil, de cascos resistentes para quatro submarinos, da classe IKL, que hoje já estão incorporados a frota naval, incluindo assim o Brasil no seleto grupo de países que detém a tecnologia de fabricação deste tipo de embarcação.

    Atualmente, a NUCLEP tem contrato para a fabricação de cascos resistentes para quatro submarinos, da classe Scorpéne, de tecnologia francesa, para a Marinha do Brasil.

    In 2013, Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP was accredited by the Defense Ministry as one of the first Strategic Defense Companies (EEDs) of the country. Is a mechanism which guarantees to the accredited national industries the access to taxable and funding special regimes, with the objective of making them more competitive, in the internal and external market.

    In naval construction, NUCLEP stood out with the production, for the Brazilian Navy, of resistant hulls for four submarines, IKL class, which today are already incorporated to the naval fleet, including Brazil in the select group of countries with the production technology of this type of vessel.

    Nowadays, NUCLEP has contract for the production of resistant hulls for four submarines, Scorpène class, of French technology, for the Brazilian Navy.

            

     

  • Outros Setores / Other Sectors

    Além do setor nuclear, de óleo e gás e de defesa, a NUCLEP destaca-se pelo fornecimento de vasos de pressão, torres de processo, reatores, trocadores de calor e câmara hiperbárica para as indústrias petroquímica e siderúrgica; de carcaça de turbina a vapor para usinas termoelétricas; partes de moinho para a indústria de mineração; componentes de prensa para a indústria automotiva; e componentes hidromecânicos para usinas hidroelétricas. Besides of the nuclear, oil and gas and defense sectors, NUCLEP stands out for the providing of pressure vessels, process towers, reactors, heat exchangers and hyperbaric chamber for the petrochemical and ferrous metallurgy industries; steam turbine casing for thermal power plants; mill parts for the mining industry; press components for the automotive industry; and hydro-mechanical components for hydroelectric plants.

  • OTC começa em Houston, nos Estados Unidos, com grandes expectativas

    Sempre um grande evento, a Offshore Tecnology Conference (OTC), em Houston, nos Estados Unidos, começou nesta segunda-feira (06/05) com um número maior de participantes e maiores expectativas. Uma mostra de equipamentos e tecnologias para a exploração de petróleo, principalmente nos oceanos, aliando eficiência e segurança, questão cada vez mais presente nas grandes feiras do setor. Para a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A (NUCLEP), que participa do Pavilhão Brasil, esses são desafios importantes para o mundo. Os desastres que aconteceram na última década reforçaram a necessidade de equipamentos mais resistentes e seguros e sistemas que permitam a vedação dos poços que apresentarem qualquer tipo de problema, a fim de não afetar o ambiente. Isso, lógico, exige um grau cada vez mais refinado de construção, observando o que há de mais moderno na engenharia internacional. - A NUCLEP está aqui para observar oportunidades e mostrar a qualidade e versatilidade de nossa atuação. Criada para atender a uma área estratégica para o país, a nuclear, mantivemos esse desafio de implementar cada vez mais o conteúdo nacional nos grandes projetos em território brasileiro. Temos orgulho de sermos pioneiros em várias áreas e de sempre aceitarmos os desafios em nome de nossa Nação – frisou o gerente geral comercial da NUCLEP, Ricardo Correa. Primeira empresa brasileira a produzir cascos semissubmersíveis para plataformas de petróleo, atendendo a um desafio da indústria nacional, a NUCLEP vislumbra um mercado cada vez mais amplo. Não apenas pela descoberta e exploração do pré-sal na costa brasileira, mas pela excelência cada vez mais desejada na produção de equipamentos. Reconhecida pela qualidade de seus serviços, a empresa posiciona-se como importante parceira para empresas estrangeiras que visem grandes indústrias. A OTC é a maior feira de óleo e gás do mundo, reunindo as principais companhias de todos os continentes, assim como universidades. Além da oferta de equipamentos e novas tecnologias, são realizados debates sobre o mercado e suas perspectivas. O Brasil, mais uma vez, é o grande destaque da Feira por conta dos desafios exigidos pelo pré-sal e as demandas crescentes de equipamentos nos próximos anos.

  • Nuclep participa da criação do Fórum de Gestores Federais no Rio de Janeiro

    Integrar os órgãos federais que possuem sede no Rio, de forma a permitir um fluxo mais rápido de informações e ações. Com essa proposta a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvati, lançou na noite de ontem, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Centro do Rio, o Fórum de Gestores Federais no Rio de Janeiro. Diante de representantes de inúmeras empresas e órgãos, ela frisou que essa é uma determinação da presidenta Dilma Rousseff. Foi criada uma comissão que preparará as bases para o Fórum permanente. A equipe encarregada de iniciar os procedimentos é composta pela gerente geral de Relações Institucionais da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A (NUCLEP), Marília Kairuz Baracat; a superintendente regional da Caixa Econômica Federal (CEF), Nelma Tavares; e o vice-presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Pedro Barbosa. A expectativa é de, na próxima reunião do grupo, na sede da NUCLEP, em Itaguaí, no dia 14 de Maio, o Fórum seja alinhavado e tome corpo. - O Rio de Janeiro é um lugar atípico, com empresas estratégicas, únicas em sua proposta e de grande importância para o país, como a NUCLEP, o BNDES e a Petrobras, entre outros. Tenho certeza de que todos saberão construir um espaço de excelência para a integração dos gestores – frisou a ministra Ideli Salvati, ao lado do diretor do BNDES, Guilherme Lacerda. Para o presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso, que participou do evento ao lado do diretor industrial, Liberal Enio Zanelatto, será um espaço de grande ajuda para todos os órgãos federais. Ele citou, por exemplo, no caso da Nuclebrás Equipamentos Pesados, a necessidade de uma melhor articulação com o BNDES um financiamento para a empresa e com a Petrobras um processo de contratação direta para futuras obras. Cardoso aplaudiu a decisão da presidenta de estimular a integração dos órgãos, como forma de agilizar processos e garantir a uniformização das ações federais. - Aplaudo, mais uma vez, a iniciativa da presidenta Dilma Rousseff e a determinação de sua equipe em criar essa integração. Ela é essencial para todos nós, principalmente porque, tirando os gestores de áreas afins, acabamos não nos conhecendo. É de suma importância que se crie uma rotina entre os órgãos e empresas federais para que possamos trabalhar de forma mais coordenada – afirmou Cardoso. Alguns assuntos já foram antecipados com a ministra, como a questão da falta de investimentos na produção agrícola e interpretações da lei que afetam a piscicultura no estado. O delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), José Otávio, lembrou que o Rio de Janeiro é lembrado pelo turismo, os royalties e o setor de serviços, sem que haja um olhar especial para a agricultura, que responde por 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado, representando milhares de empregos e o fortalecimento da produção familiar. Também as universidades federais, como a Uni-Rio, encontram dificuldade na construção de novas salas para cursos, por conta de cessão de espaço e problemas urbanísticos. Ao fechar o encontro a ministra reiterou a importância desse tipo de espaço, onde a discussão será mais ágil e as soluções que envolvam órgãos públicos poderão ser mais fáceis. Por suas particularidades e importância, a ministra acredita que os gestores fluminenses darão mais um exemplo de sucesso ao governo federal, com discussões setoriais que evitem processos que se prolongam por muito tempo. Fonte:Nuclep

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