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  • Qualificação é diferencial para o mercado

    Estar atenta ao mercado e preparada para atender a todos os segmentos com o profissional melhor qualificado. Essa, na visão do gerente geral de Contratos da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP, Carlos Frederico Figueiredo, é o grande diferencial de empresas que são referência no mercado, atendendo com qualidade a todas as áreas de atuação e sempre focando nas oportunidades futuras. Durante o 5º Seminário Internacional de Energia Nuclear, em Botafogo, na Zona Sul da capital fluminense, Figueiredo alertou que a falta de contratos não pode influenciar a formação dos profissionais. Ele ressaltou que, apesar da indefinição sobre os rumos do programa nuclear brasileiro, a NUCLEP mantém sua preocupação com as certificações internacionais, garantindo que, a qualquer momento que venha a ser procurada, esteja com todos os seus processos de fabricação atualizados. - O grande problema apontado é falta de mão de obra qualificada e, para isso, mesmo que não existam contratos, é preciso que se capacite os profissionais. Não dá para esperar a definição dos rumos para começar esse trabalho. Se temos a expectativa de novas usinas em operação em 2025, já estamos atrasados na qualificação – frisou Carlos Frederico Figueiredo. Ele apresentou em sua palestra um resumo do que torna a NUCLEP um centro de excelência internacional. Com posição logística privilegiada, inclusive com terminal portuário privativo, a empresa hoje é sinônimo de conteúdo local de alto valor agregado em todos os projetos estratégicos para a Nação, como cascos de submarinos, equipamentos para usinas nucleoelétricas e vasos de pressão especiais.

  • ANP e Petrobras vistoriam obras na NUCLEP

    Itaguaí, 15 de Abril - Representantes da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e da Petrobras fizeram na última semana vistoria nas obras que estão executadas na Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A – NUCLEP, no parque industrial, em Itaguaí. A proposta era conhecer a estrutura da indústria e acompanhar o andamento da fabricação das 36 bocas de sino multifuncionais - BSMF de 48 polegadas, que serão utilizadas em unidades flutuantes (P-76 e P-77) de armazenamento e transferência (FPSO, da sigla em inglês) na área do pré-sal. Segundo a ANP, esse tipo de vistoria é rotineira, a fim de verificar a conformidade do enquadramento dos municípios de todas as regiões produtoras de petróleo e gás natural. Essas informações são importante subsídio para determinar a parcela de royalties que os municípios irão receber, e, neste caso em especial, o município de Itaguaí, onde está localizada a NUCLEP. O diretor industrial da NUCLEP, Liberal Zanelatto, lembrou que a empresa está sempre atendendo às demandas estratégicas do país, mostrando a capacidade da engenharia nacional. Ele lembrou que saíram do parque industrial de Itaguaí os primeiros cascos semissubmersíveis para plataformas, produzidos na América Latina, assim como uma câmara hiperbárica para o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes). Participaram da visita, pela ANP, o superintendente Carlos Alberto Xavier Sanches, além dos técnicos Antonio Fernando Bueno de Camargo e Carolina de Carvalho Santos. Da Petrobras vieram Diana Souza Inhaquite, Leandro Luiz Tomio Maldonado, Tamer Salmem e Patrícia Helena Ferreira.

  • Nota Oficial

    A Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A – NUCLEP esclarece que o ônibus da Viação Breda, que capotou na Rodovia BR-101, altura do Distrito Industrial de Santa Cruz, na manhã desta segunda-feira (14/04), não possuía funcionários da NUCLEP. Trata-se de um veículo fretado pela Empresa Brasileira de Engenharia S.A (EBE), do Grupo MPE. A NUCLEP se solidariza com todos os trabalhadores e suas famílias, reiterando a necessidade de mais segurança em nossas rodovias.

  • NUCLEP abre 62 vagas para os níveis Fundamental, Médio e Superior

    Itaguaí, 07 de Abril- A Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A – NUCLEP abriu concurso para o preenchimento de 62 vagas, além de cadastro de reserva, nos níveis Fundamental, Médio/Técnico e Superior. O prazo para pedir a isenção do pagamento da taxa de inscrição – de R$ 45, R$ 74 e R$ 100, respectivamente – vai até a quarta-feira. O concurso tem validade por dois anos, com possibilidade de renovação por mais dois. As provas acontecerão no dia 18 de maio e a homologação final do concurso está programada para o dia 26 de junho. As inscrições deverão ser feita pela internet, pelo portal http://concursos.biorio.org.br desde às 9h desta segunda-feira (07 de abril) até às 23h59 do dia 27 de Abril, observando o horário oficial de Brasília. O pagamento da taxa de inscrição, gerada após a conclusão da inscrição no concurso, poderá ser paga até o dia 28 de Abril. Os salários iniciais vão de R$ 1.524,26 a R$ 6.559,65, além de benefícios como assistência médico/hospitalar e odontológica (com carência de 90 dias e em conformidade com a legislação); alimentação no local do trabalho (subsidiada); transporte limitado aos municípios de Belford Roxo, Duque de Caxias, Itaguaí, Japeri, Mangaratiba, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Petrópolis, Rio de Janeiro, São João de Meriti e Seropédica, obedecendo as linhas e itinerários já estabelecidos pela empresa; seguro de vida em grupo; plano de previdência privada fechada contributiva (conforme legislação específica); e complementação salarial de auxílio doença. O edital do concurso está disponível no endereço http://www.nuclep.gov.br/concursopublico

  • Rio de Janeiro é o primeiro estado a consolidar seu Fórum de Gestores

    Em uma reunião, coordenada pela ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, o Rio de Janeiro formalizou hoje a consolidação de seu Fórum de Gestores Federais. A proposta é buscar uma sintonia mais fina não apenas entre os órgãos, mas com os estados e municípios, a fim de servir de canal de interlocução entre o governo federal e a população. A ministra contou que, em Mato Grosso, os órgãos uniram-se às universidades e construíram um plano de saneamento básico para 108 municípios. Encontrar soluções práticas para questões estratégicas dos estados é o grande desafio dos fóruns estaduais, que passarão a trocar experiências através de videoconferências que acontecerão mensalmente, sempre coordenadas pela ministra e com temas sensíveis a grande parte da população. - Os fóruns precisam encontrar seus caminhos, já que ninguém quer vir a reuniões para ficar apenas na conversa. O Rio de Janeiro, por já ter sido capital, tem um perfil diferenciado, com grande número de órgãos com central aqui, mas abrangência nacional. Acho que a proposta de criação de comissões setoriais pode ser um caminho interessante – frisou a ministra. A proposta é que, a partir do dia 24 de Março, mensalmente, a cada última segunda-feira de cada mês, aconteçam as videoconferências. Nessa primeira serão abordados o Pronatec e o Pronacampo, importantes programas na área de qualificação profissional que, muitas vezes, não são reconhecidos nos estados como uma fonte de formação de mão de obra. A ideia é que cada sessão trabalhe temas que afetam diretamente a população, pela falta de informação na ponta, já que os principais órgãos gerenciadores desses programas não possuem superintendências regionais. Ficou definido ainda que, a partir do dia 16 de Maio, haverá oficinas de planejamento para os fóruns, sendo o Rio de Janeiro o primeiro estado a definir sua participação. O Rio saiu na frente na análise do projeto de lei que pretende mudar a Lei das Licitações e Contratos, Nº 8.666/93, uma vez que a atual legislação engessa o serviço público. Numa primeira discussão no Fórum fluminense o projeto, que é de autoria do deputado José Guimarães, do Ceará, foi visto como uma boa alternativa. - O Rio de Janeiro poderá enviar suas posições para Brasília, onde estamos trabalhando com Medidas Provisórias que estendem o Regime Diferenciado de Contratação – RDC para alguns setores. A discussão de alternativas à Lei das Licitações é importante para que possamos construir novas propostas – defendeu a ministra. Para a gerente geral de Relações Institucionais e Comunicação da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP, Marília Baracat, que apresentou um relatório sobre as ações do Fórum ao longo de seu primeiro ano de existência, o grupo achou um caminho. Do “choro” das primeiras reuniões à busca de soluções foi um caminho relativamente curto, principalmente pela grande quantidade de empresas com perfis e realidades totalmente diversas. A gerente regional de Governo da Superintendência da Caixa Econômica Federal no Rio de Janeiro, Louise Dias, lembrou que os gestores fluminenses querem servir de canal entre o governo federal e a população, reforçando a presença da União no dia a dia do estado, assim como espera ser também um canal de transmissão dos anseios do povo ao governo. - As primeiras reuniões foram de muito choro, mas durante o processo fomos criando uma nova dinâmica, com pautas específicas. Hoje temos apenas 31% dos órgãos participando ativamente, mas tenho certeza de que outros irão se agregar. Os desafios são grandes, mas temos consciência da capacidade do grupo em oferecer um trabalho de qualidade – ressaltou Marília. Participaram do encontro, além da ministra, e das gerentes Marília Baracat e Louise Dias, o presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso; Ernandes Macário e Darci Pasqualotto, da Secretaria de Relações Institucionais (SRI); Jalisson Lage, o diretor de Infraestrutura Social, Meio Ambiente, Agropecuária e Inclusão Social, Guilherme Lacerda, e o chefe de gabinete do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Sérgio Gusmão; Ana Caldas e o superintendente da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), Eduardo Fonseca de Moraes; José Antonio Castellano, da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM); Marcelo Del Rei e Ademir Tardelli, do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI); Rosana Alcântara e Ediney Sanchez, da Agência Nacional do Cinema (Ancine); Thiago Paiva Chaves, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM); Ricardo de Castro Lima e Alexandre Jorge Esteves, da Escola Superior de Guerra (ESG); Manoel Aguinaldo Guimarães, da Eletrobrás; Claudio Negrão, da Transpetro; e as professoras Rosangela Gomes e Maria do Rosário Leão, da Uni-Rio.

  • Rio de Janeiro é o primeiro estado a consolidar seu Fórum de Gestores

    Em uma reunião, coordenada pela ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, o Rio de Janeiro formalizou hoje a consolidação de seu Fórum de Gestores Federais. A proposta é buscar uma sintonia mais fina não apenas entre os órgãos, mas com os estados e municípios, a fim de servir de canal de interlocução entre o governo federal e a população. A ministra contou que, em Mato Grosso, os órgãos uniram-se às universidades e construíram um plano de saneamento básico para 108 municípios. Encontrar soluções práticas para questões estratégicas dos estados é o grande desafio dos fóruns estaduais, que passarão a trocar experiências através de videoconferências que acontecerão mensalmente, sempre coordenadas pela ministra e com temas sensíveis a grande parte da população. - Os fóruns precisam encontrar seus caminhos, já que ninguém quer vir a reuniões para ficar apenas na conversa. O Rio de Janeiro, por já ter sido capital, tem um perfil diferenciado, com grande número de órgãos com central aqui, mas abrangência nacional. Acho que a proposta de criação de comissões setoriais pode ser um caminho interessante – frisou a ministra. A proposta é que, a partir do dia 24 de Março, mensalmente, a cada última segunda-feira de cada mês, aconteçam as videoconferências. Nessa primeira serão abordados o Pronatec e o Pronacampo, importantes programas na área de qualificação profissional que, muitas vezes, não são reconhecidos nos estados como uma fonte de formação de mão de obra. A ideia é que cada sessão trabalhe temas que afetam diretamente a população, pela falta de informação na ponta, já que os principais órgãos gerenciadores desses programas não possuem superintendências regionais. Ficou definido ainda que, a partir do dia 16 de Maio, haverá oficinas de planejamento para os fóruns, sendo o Rio de Janeiro o primeiro estado a definir sua participação. O Rio saiu na frente na análise do projeto de lei que pretende mudar a Lei das Licitações e Contratos, Nº 8.666/93, uma vez que a atual legislação engessa o serviço público. Numa primeira discussão no Fórum fluminense o projeto, que é de autoria do deputado José Guimarães, do Ceará, foi visto como uma boa alternativa. - O Rio de Janeiro poderá enviar suas posições para Brasília, onde estamos trabalhando com Medidas Provisórias que estendem o Regime Diferenciado de Contratação – RDC para alguns setores. A discussão de alternativas à Lei das Licitações é importante para que possamos construir novas propostas – defendeu a ministra. Para a gerente geral de Relações Institucionais e Comunicação da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP, Marília Baracat, que apresentou um relatório sobre as ações do Fórum ao longo de seu primeiro ano de existência, o grupo achou um caminho. Do “choro” das primeiras reuniões à busca de soluções foi um caminho relativamente curto, principalmente pela grande quantidade de empresas com perfis e realidades totalmente diversas. A gerente regional de Governo da Superintendência da Caixa Econômica Federal no Rio de Janeiro, Louise Dias, lembrou que os gestores fluminenses querem servir de canal entre o governo federal e a população, reforçando a presença da União no dia a dia do estado, assim como espera ser também um canal de transmissão dos anseios do povo ao governo. - As primeiras reuniões foram de muito choro, mas durante o processo fomos criando uma nova dinâmica, com pautas específicas. Hoje temos apenas 31% dos órgãos participando ativamente, mas tenho certeza de que outros irão se agregar. Os desafios são grandes, mas temos consciência da capacidade do grupo em oferecer um trabalho de qualidade – ressaltou Marília. Participaram do encontro, além da ministra, e das gerentes Marília Baracat e Louise Dias, o presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso; Ernandes Macário e Darci Pasqualotto, da Secretaria de Relações Institucionais (SRI); Jalisson Lage, o diretor de Infraestrutura Social, Meio Ambiente, Agropecuária e Inclusão Social, Guilherme Lacerda, e o chefe de gabinete do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Sérgio Gusmão; Ana Caldas e o superintendente da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), Eduardo Fonseca de Moraes; José Antonio Castellano, da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM); Marcelo Del Rei e Ademir Tardelli, do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI); Rosana Alcântara e Ediney Sanchez, da Agência Nacional do Cinema (Ancine); Thiago Paiva Chaves, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM); Ricardo de Castro Lima e Alexandre Jorge Esteves, da Escola Superior de Guerra (ESG); Manoel Aguinaldo Guimarães, da Eletrobrás; Claudio Negrão, da Transpetro; e as professoras Rosangela Gomes e Maria do Rosário Leão, da Uni-Rio.

  • Marinha, NUCLEP e ICN discutem programa do submarino brasileiro

    O grande norteador da reunião entre a Marinha, a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP e a Itaguaí Construções Navais (ICN), no parque industrial da NUCLEP, em Itaguaí, foi o desafio de fazer os novos submarinos brasileiros. Com tecnologia francesa, transformará o país em um produtor desse tipo de embarcação, garantindo uma maior autonomia da defesa. A reunião entre o contra-almirante Sydney dos Santos Neves, gerente do empreendimento Modular para a Obtenção dos Submarinos Convencionais, o presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso, o diretor presidente da ICN, Pascal Guy Joseph Le Roy, e os diretores industriais da NUCLEP, Liberal Zanelatto, e da ICN, Antonio Costa, entre outros, focou em questões técnicas. As empresas, que são parceiras no empreendimento, estão empreendendo ações visando agilizar o processo de fabricação, de modo a garantir os prazos definidos ainda durante os primeiros entendimentos. - Essas conversas são importantes pela complexidade que é construir uma embarcação como essa, absorvendo novas tecnologias. Através dessa parceria estamos dotando o país de novos equipamentos de qualidade e permitindo que o Brasil entre no seleto grupo de construtores de submarinos com propulsão nuclear, hoje restrito aos países integrantes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas – frisou Cardoso. O grupo também visitou o parque industrial, acompanhando cada setor de produção do submarino, desde a área de corte das chapas até a montagem das cavernas e a produção das seções. O contra-almirante ficou satisfeito com a qualidade dos trabalhos, reiterando a importância de ser mantido o fluxo de produção para que possamos atingir as metas do cronograma estabelecido de fabricação dos submarinos. DCNS– O diretor geral da Direção de Construções Navais da França (DCNS), Bernard Planchais, também visitou a NUCLEP, acompanhado do contra-almirante e do presidente e diretor da ICN. A proposta era acompanhar o andamento da fabricação dos cascos resistentes do S-BR. O diretor industrial Liberal Zanelatto, representando o presidente Jaime Cardoso, apresentou todas as estações de trabalho da fabricação a cargo da NUCLEP. Planchais pode acompanhar desde a produção das almas, flanges cavernas e chapas de casco até a operação da complexa máquina de solda caverna x casco, onde estava em curso a primeira solda deste tipo para o SBR-1. - Estou muito satisfeito com a minha visita à NUCLEP e pude testemunhar que vocês estão totalmente comprometidos com o nosso projeto, trabalhando como uma equipe – afirmou Planchais ao concluir a visita.

  • Marinha, NUCLEP e ICN discutem programa do submarino brasileiro

    Itaguaí, 06 de Março - O grande norteador da reunião entre a Marinha, a Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP e a Itaguaí Construções Navais (ICN), no parque industrial da NUCLEP, em Itaguaí, na última semana, foi o desafio de fazer os novos submarinos brasileiros. Com tecnologia francesa, transformará o país em um produtor desse tipo de embarcação, garantindo uma maior autonomia da defesa. A reunião entre o contra-almirante Sydney dos Santos Neves, gerente do empreendimento Modular para a Obtenção dos Submarinos Convencionais, o presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso, o diretor presidente da ICN, Pascal Guy Joseph Le Roy, e os diretores industriais da NUCLEP, Liberal Zanelatto, e da ICN, Antonio Costa, entre outros, focou em questões técnicas. As empresas, que são parceiras no empreendimento, estão empreendendo ações visando agilizar o processo de fabricação, de modo a garantir os prazos definidos ainda durante os primeiros entendimentos. - Essas conversas são importantes pela complexidade que é construir uma embarcação como essa, absorvendo novas tecnologias. Através dessa parceria estamos dotando o país de novos equipamentos de qualidade e permitindo que o Brasil entre no seleto grupo de construtores de submarinos com propulsão nuclear, hoje restrito aos países integrantes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas – frisou Cardoso. O grupo também visitou o parque industrial, acompanhando cada setor de produção do submarino, desde a área de corte das chapas até a montagem das cavernas e a produção das seções. O contra-almirante ficou satisfeito com a qualidade dos trabalhos, reiterando a importância de ser mantido o fluxo de produção para que possamos atingir as metas do cronograma estabelecido de fabricação dos submarinos. DCNS– O diretor geral da Direção de Construções Navais da França (DCNS), Bernard Planchais, também visitou a NUCLEP, acompanhado do contra-almirante e do presidente e diretor da ICN. A proposta era acompanhar o andamento da fabricação dos cascos resistentes do S-BR. O diretor industrial Liberal Zanelatto, representando o presidente Jaime Cardoso, apresentou todas as estações de trabalho da fabricação a cargo da NUCLEP. Planchais pode acompanhar desde a produção das almas, flanges, cavernas e chapas de casco até a operação da complexa máquina de solda caverna x casco, onde estava em curso a primeira solda deste tipo para o SBR-1. - Estou muito satisfeito com a minha visita à NUCLEP e pude testemunhar que vocês estão totalmente comprometidos com o nosso projeto, trabalhando como uma equipe – afirmou Planchais ao concluir a visita.

  • Provas do concurso para Aprendizagem Industrial serão no domingo

    As provas objetivas do concurso para Aprendizagem Industrial na Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP serão no próximo domingo (16/02), com início às 9h. Elas serão aplicadas no Colégio Estadual Clodomiro Vasconcelos, na Rua Gorgênio de Freitas Marins, 102, no Centro de Itaguaí, e no Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro (ISERJ), na Rua Mariz e Barros, 273, Praça da Bandeira, Rio de Janeiro e é preferível que os alunos estejam nos locais com uma hora de antecedência ao fechamento dos portões. Serão quatro horas de prova, com 20 questões de Língua Portuguesa, 20 questões de Matemática e 10 de Ciências, cada uma com cinco opções de resposta, mas apenas uma correta. Os candidatos não devem levar, ou portar, equipamentos eletrônicos como celulares, tocadores de mp3 ou mp4, Ipod, notebook ou máquina fotográfica, entre outros relacionados no edital. No caso de estar com algum desses equipamentos, ele deverá ser entregue em local definido na entrada de cada escola. Os candidatos também não poderão levar os cadernos de questões, assim como não poderão anotar os gabaritos. O curso de Aprendizagem Industrial do Centro de Treinamento Técnico da NUCLEP é composto pelas áreas de Caldeiraria, Soldagem, Manutenção Mecânica, Desenho Técnico e Torneiro/Fresador. São 18 meses de curso, onde os alunos passarão por todas essas áreas, a fim de se identificar suas aptidões. Os aprendizes da NUCLEP recebem um salário mínimo estadual, alimentação (café da manhã e almoço), uniforme e equipamento de proteção individual (EPI), seguro de acidentes pessoais e transporte. O resultado final da prova objetiva será divulgado no dia 26 de fevereiro e a primeira convocação para avaliação médica e checagem de documentos será no dia 28 de fevereiro, quando o resultado será publicado no Diário Oficial da União. O índice do concurso é de 34,86 alunos por vaga.

  • Visita de auditores da CGU abre parceria para cursos na fábrica

    Uma grande parceria a caminho. Assim o diretor industrial da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A – NUCLEP, Liberal Zanelatto, e o novo chefe regional da Controladoria Geral da União (CGU), no Rio de Janeiro, Fábio Valgas, definiram a visita que os auditores fizeram à fábrica. A proposta era mostrar a capacidade da empresa e suas especificidades na fabricação de grandes equipamentos que exigem alto índice de conteúdo nacional e qualidade de produção. Conhecida por sua excelência, a NUCLEP é considerada uma das maiores indústrias de base do país. Para atender a todas as necessidades estratégicas da Nação há uma preocupação em buscar as principais certificações internacionais, como os selos ASME, da Sociedade Americana de Engenheiros Mecânicos, essenciais para a fabricação, reparo e certificação de equipamentos nucleares e não nucleares, além da ISO 9001:2008, na área de qualidade. - Acho que essa visita abre perspectivas de grandes parcerias no futuro. Podemos discutir a possibilidade da CGU trazer para a NUCLEP alguns cursos, atendendo as necessidades dos funcionários. Essa é a nossa proposta, trabalhar junto para agilizar todos os processos de auditoria – frisou Valgas. Zanelatto fez coro com o auditor da NUCLEP, Celso Patrício, sobre a importância desse tipo de visita, já que os profissionais deixam de fazer os julgamentos com base em papéis e passam a compreender melhor a empresa. Ambos acreditam que essa deve ser a primeira de várias visitas, a fim de ir ampliando a sintonia já existente. - Essas visitas são importantes para construir caminhos que nos permitam uma visão mais ampla. Tenho certeza de que essa parceria que se desenha agora irá produzir bons frutos para ambos – disse Patrício.Participaram da visita, além de Valgas, Zanelatto e Patrício, o chefe-adjunto da CGU/Regional, Valmir Gomes Dias; a chefe de divisão, Ana Paula Mawad; os auditores Rogério Tavares e Marcos Neves; a auditora da NUCLEP, Rosilene Varella; e o gerente geral de produção da NUCLEP, André Potascheff.

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