Quem Somos

início das obras de Angra I

Linha do Tempo
A história da NUCLEP pode ser contada como parte do desenvolvimento do programa nuclear brasileiro que reflete tanto a capacidade do país na época como uma visão dos fatos que vivemos atualmente.

O cenário mundial apontava para a necessidade de alternativas de energia diante das crises e guerras travadas pelo petróleo. A importância da pesquisa no campo nuclear também é vista como garantia de força militar e fez o Brasil investir nesse campo e fazer frente as grandes potências.

A tecnologia nuclear trouxe grandes avanços e investimento em pesquisa de ponta.
O uso bélico desta tecnologia em armas nucleares e sua forte capacidade destrutiva demanda um rígido controle e fiscalização por parte das forças da nação.

A fundação da fábrica traz consigo a capacidade produtiva para o setor e uma independência de outras nações que antes dominavam a tecnologia . Passamos a fabricar peças e equipamentos que permitem o avanço nesse setor que entendido tanto como energético como de defesa.

Abaixo listamos cronologicamente os fatos e projetos que revelam um pouco do passado e evidenciam a atual importância da NUCLEP para o futuro da nação.

1951 CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico

1953 CDTN – Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear
Reator TRIGA – MG

1956 CNEN – Comissão Nacional de Energia Nuclear
Reator IEA.R1 – SP

1957 AIEA – Agência Internacional de Energia Atômica (ONU)

1963 Reator ARGONAUTA / IEN - RJ

1971 Brasil cria a Companhia Brasileira de Tecnologia Nuclear (CBTN) com a finalidade de:
Pesquisar jazidas de minérios nucleares;
Desenvolver tecnologia nuclear para o tratamento de minérios e produção de combustível
Instalar usina de enriquecimento de urânio e componentes para reatores

1972 Início da Construção de Angra 1

1974 A CBTN passa a ser denominada NUCLEBRÁS, com o objetivo de executar o Programa Nuclear Brasileiro (PNB), em cooperação com a Alemanha.

1975 São criadas as empresas subsidiárias da NUCLEBRÁS, sendo elas:
NUCLEN – Nuclebrás Engenharia S.A.;
NUCLAM – Nuclebrás Auxiliar de Mineração;
NUCLEMON – Nuclebrás pesquisa de tório de areias monazíticas;
NUCLEI – Nuclebrás Enriquecimento Isotópico S.A.;
NUSTEP – Nuclebrás – STEAG – para desenvolvimento de jato centrífugo;
NUCLEP – Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A.;
A NUCLEP foi fundada para ser o braço industrial do Programa Nuclear Brasileiro (PNB).

Seu objetivo era construir equipamentos para as usinas Angra 2 e 3 além de outras 6 futuras plantas previstas pelo PNB.

1976 é iniciada a obra de construção de Angra 2.

1980. Também em 1980 foi criada a NUCON – Nuclebrás Construtora de Centrais Nucleares S.A.

1981 a NUCLEP iniciou a fabricação de componentes para a usina nuclear de Angra 2.

1984, Angra 1 recebe da CNEN a licença para operação comercial.

Com a crise econômica no início dos anos 80, houve a desaceleração do PNB, e desaceleração nas obras de Angra 2;

Numa decisão estratégica, a NUCLEP buscou novos mercados e passou a fabricar componentes para outros setores da indústria.

1986 a NUCLEP passou a desenvolver tecnologia na fabricação de cascos resistentes para os submarinos IKL-1400 da Marinha do Brasil

1993 A Marinha lança ao mar o submarino Tamoio, primeiro de fabricação nacional, com casco fabricado pela NUCLEP.

1987 O Presidente Sarney anuncia em cadeia de rádio e tv que “O Brasil já domina todas as técnicas para enriquecer urânio por ultracentrifugação”.

1988 José Sarney e Raul Afonsin em ARAMAR;
A NUCLEBRÁS passou a denominar-se Indústrias Nucleares do Brasil S.A. (INB), vinculada à CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear);
Dissolução da NUCLEI e NUCLAM;
O controle acionário de Angra 1 e os canteiros de Angra 2 e 3 são transferidos para o controle de Furnas.

1989 As ações da NUCLEN são transferidas da INB para a ELETROBRÁS e as da NUCLEP são transferidas para a CNEN.

1994 As subsidiárias NUCLEI e NUCLEMON são incorporadas à INB;

1997 Criação da ELETRONUCLEAR, proveniente da fusão da área nuclear de Furnas e da NUCLEN;

2001 Entra em operação a usina de Angra 2;

2003 Vaso de Pressão do Reator (Protótipo) - para Instalação Nacional a Água Pressurizada – INAP, do CTMSP

2008 Projetos Realizados: Área Offshore
PETROBRAS - Viga CANTILEVER para a Plataforma P-3
PETROBRAS – Casco das Plataformas P-51 e P-56

2011 A NUCLEP inicia o processo de fabricação dos cascos resistentes para 4 submarinos da classe Scorpene, de tecnologia francesa, para a Marinha do Brasil

Em setembro de 2014 a NUCLEP entregou à Itaguaí Construções Navais (ICN) seção de qualificação dos submarinos classe Scorpène

Em setembro de 2015 a NUCLEP entregou à Marinha do Brasil a seção (2B) do Submarino SBR-1


 width=
 width= width=
 width= width=
 width= width=